Fotografia da Semana

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potw1447-pt — Fotografia da Semana
O coração de Mira A e da sua companheira
24 de Novembro de 2014: O estudo de estrelas gigantes vermelhas ajuda os astrónomos a compreender melhor o futuro do nosso Sol - e como é que gerações anteriores de estrelas espalharam pelo Universo os elementos necessários à vida. Uma das gigantes vermelhas mais famosas do céu chama-se Mira A e faz parte do sistema binário Mira, o qual se situa a cerca de 400 anos-luz de distância da Terra. Esta imagem obtida pelo ALMA revela a vida secreta de Mira.Mira A é uma estrela velha, que começa já a lançar para o espaço, para “reciclagem”, os produtos de uma vida inteira de trabalho. A companheira de Mira A, chamada Mira B, orbita-a a uma distância que corresponde a duas vezes a distância entre o Sol e Neptuno.Sabe-se que Mira A possui um vento lento que molda delicadamente o material circundante. O ALMA confirmou agora que a companheira de Mira A é uma estrela muito ...
potw1446-pt — Fotografia da Semana
Metal pesado
17 de Novembro de 2014: Já alguma vez pensou como será o interior do Very Large Telescope do ESO? Nesta fotografia da semana mostramos-lhe precisamente a estrutura interna de um dos Telescópios Principais do VLT - mais concretamente o telescópio 3, também conhecido por Melipal.A imagem mostra a estrutura principal em aço da montagem óptica do telescópio, iluminada pelo luar. O espelho principal, com 8,2 metros de diâmetro e um peso de mais de 23 toneladas, necessita de uma estrutura robusta que lhe permita rodar mantendo uma resolução óptica elevada. Esta estrutura móvel em aço pesa mais de 430 toneladas, mais ou menos o mesmo que um avião Boeing 747 completamente carregado!A estrutura, a parte óptica e a electrónica encontram-se alojadas num edifício de metal que as protege do ambiente rigoroso do Atacama.Melipal retira o seu nome da um termo mapuche que significa a constelação do Cruzeiro do Sul. Na realidade todos os telescópios principais ...
potw1445-pt — Fotografia da Semana
Abrindo caminho para a construção do Supernova do ESO
10 de Novembro de 2014: Começou esta semana a remoção dos edifícios temporários na Sede do ESO em Garching, na Alemanha. Podemos vê-los a ser desmantelados nesta fotografia, que captura tanto o início como o fim de uma época.O pessoal do ESO que tem estado a trabalhar nestes edifícios temporários - vistos nesta fotografia aérea tirada no verão deste ano - mudou-se para a nova extensão da Sede no início do ano. A remoção dos contentores marca o final deste período de transição.E marca igualmente o início da construção do Planetário e Centro de Visitantes do ESO, Supernova. Dentro de poucos meses, no local que antes albergava estes edifícios temporários, dar-se-á início à construção do edifício mais novo do ESO. Prevê-se que o Supernova do ESO abra as suas portas em meados do ano 2017, oferecendo aos visitantes uma exposição astronómica moderna e interactiva e um dos planetários mais avançados do mundo.A remoção dos edifícios ...
potw1444-pt — Fotografia da Semana
Vermelho escarlate e fumo negro
3 de Novembro de 2014: A silhueta preta esfumada visível nesta imagem faz parte de uma nuvem maior mas pouco densa de hidrogénio parcialmente ionizado - uma região H II - conhecida por Gum 15. Em imagens de grande angular esta nebulosa aparece como um nodo violeta avermelhado pontuado de estrelas e cortado por opacas camadas de poeira. Esta imagem foca-se numa destas camadas de poeira, mostrando a região central da nebulosa.Estes pedaços escuros de céu parecem ter poucas estrelas devido às camadas de material poeirento que obscurecem as regiões brilhantes de gás que se encontram por trás. As estrelas ocasionais que podem ser vistas encontram-se na realidade entre nós e a Gum 15, no entanto criam a ilusão de que estamos a espreitar por uma janela para um céu mais distante.A Gum 15 é esculpida pelos ventos agressivos que fluem das estrelas que se encontram no seu interior e à sua volta. A nuvem ...
potw1443-pt — Fotografia da Semana
Uma estrela guia
27 de Outubro de 2014: Um raio laser solitário atravessa a noite, lançado a partir do Telescópio Principal número 4 do Very Large Telescope do ESO, situado no Observatório do Paranal, no Chile. Podemos ver as duas Nuvens de Magalhães à esquerda do raio como manchas ténues e difusas sobre o fundo estrelado. A estrela particularmente brilhante à direita é Canopus, a segunda estrela mais brilhante do céu depois de Sirius.Quando os telescópios observam as estrelas a partir da Terra, a radiação que colectam tem que atravessar camadas de atmosfera. O mesmo vapor de água e turbulência que faz com que as estrelas cintilem no céu, faz também com que as imagens fiquem desfocadas - e é aqui que entra a técnica conhecida por óptica adaptativa.Os sistemas de óptica adaptativa usam sofisticados espelhos deformáveis para contrabalançar os efeitos negativos da nossa atmosfera. O laser ilumina o céu criando uma estrela artificial. Os astrónomos podem assim ...
potw1442-pt — Fotografia da Semana
Dia Aberto 2014
20 de Outubro de 2014: Esta fotografia tirada durante o Dia Aberto 2014 no ESO mostra crianças e adultos a ouvir as aventuras do Pedro Espacial. Esta era uma das dezasseis atividades que esperavam os visitantes quando, a 11 de outubro de 2014, a Sede do ESO em Garching, Alemanha, abriu a suas portas ao público.Em conjunto com outras instituições do campus de Garching, o ESO convidou os seus visitantes a verem e experimentarem por si próprios o trabalho que se faz na organização líder mundial em astronomia terrestre.Mesmo antes da abertura das portas à 11:00, já as pessoas se amontoavam no exterior, ansiosas por ver as novas instalações da Sede e de experimentar todas as atividades preparadas para o dia. Foram um total de 3300 visitantes que aproveitaram a oportunidade de fazer perguntas aos astrónomos; ver experiências ao vivo; juntar-se às visitas guiadas pelos novos edifícios - de gabinetes e técnico; ouvir palestras sobre ...
potw1441-pt — Fotografia da Semana
Cromodinâmica galáctica
13 de Outubro de 2014: Esta fotografia colorida parece uma pintura abstrata ou mesmo um vitral contemporâneo. Na realidade, trata-se de uma vista invulgar de uma galáxia obtida com o novo instrumento MUSE, montado no Very Large Telescope do ESO.As cores nas imagens astronómicas estão geralmente relacionadas com a cor real do objeto em questão. No entanto, nesta imagem as cores representam o movimento das estrelas que compõem a galáxia elíptica gigante Messier 87 - uma das galáxias mais brilhantes do Enxame da Virgem, que se situa a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância.O vermelho indica que as estrelas nessa região do objeto estão, modo geral, a afastar-se de nós, enquanto o azul significa que as estrelas se aproximam de nós, com o amarelo e o verde no meio.Este novo mapa da Messier 87 obtido pelo MUSE mostra estas tendências mais claramente do que nunca. O mapa revela uma rotação lenta deste objeto ...
potw1440-pt — Fotografia da Semana
Crianças constroem espelho do E-ELT
6 de Outubro de 2014: Esta fotografia aérea mostra um modelo à escala 1:1 do espelho primário do European Extremely Large Telescope, montado junto ao Observatório Astrofísico de Asiago, perto de Asiago, na Itália.O observatório italiano, fundado em 1942, parece diminuto quando comparado com o enorme espelho do E-ELT. De facto, podíamos colocar o edifício inteiro de Asiago dentro do espelho, que ainda sobraria espaço (e bastante!) para dar e vender, como diz o provérbio.Em volta do modelo do espelho estão as crianças que se voluntariaram para participar na tarefa de posicionar os 800 cartões hexagonais de 1,4 metros, usados para formar o espelho fictício de 39 metros do E-ELT.
potw1439-pt — Fotografia da Semana
Um emu no céu por cima do Paranal
29 de Setembro de 2014: No cimo do Cerro Paranal, no deserto chileno do Atacama, dois dos Telescópios Principais do Very Large Telescope disfrutam do silêncio das estrelas, observando a Via Láctea que arqueia sobre o Observatório do Paranal do ESO.Podem ser vistos na imagem vários objetos interessantes. Os mais proeminentes são as duas Nuvens de Magalhães - a Pequena e a Grande - que se encontram no meio dos dois telescópios. Em contraste, a Nebulosa do Saco do Carvão pode ser vista como uma mancha escura no meio da Via Láctea, parecendo uma gigantesca impressão digital cósmica por cima do telescópio da esquerda.As Nuvens de Magalhães fazem parte do Grupo Local de galáxias, onde se inclui a nossa própria Galáxia, a Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães situa-se a 163 000 anos-luz de distância da Via Láctea e a Pequena está a 200 000 anos-luz. A Nebulosa do Saco do Carvão, comparativamente, está ...
potw1438-pt — Fotografia da Semana
Estonteantes rastos de estrelas sobre o SEST
22 de Setembro de 2014: O Telescópio Sueco-ESO Submilimétrico (SEST, Swedish-ESO Submillimetre Telescope) de 15 metros de diâmetro, foi construído em 1987 e esteve em operação no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, até ser desativado em 2003.Na altura da sua construção, o SEST era o único rádio telescópio no hemisfério sul concebido para observar o Universo submilimétrico e abriu caminho para telescópios como o APEX (Atacama Pathfinder Experiment) e o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), ambos situados no Chajnantor.Nesta imagem vemos o céu pejado de rastos de estrelas, resultado de um longo tempo de exposição da máquina fotográfica. A radiação estelar é refletida com ângulos diferentes em direção à máquina fotográfica pela antena parabólica gigante. No fundo da imagem vemos o telescópio de 3,6 metros do ESO na sua cúpula, perscrutando silenciosamente o Universo.Esta fotografia estonteante do telescópio SEST em La Silla foi tirada pelo Embaixador Fotográfico do ESO José Joaquín Pérez. ...
potw1437-pt — Fotografia da Semana
Alvorada em La Silla
15 de Setembro de 2014: A imagem mostra o Observatório de La Silla do ESO com a Via Láctea no fundo. Fundado nos anos 1960, La Silla foi o primeiro observatório do ESO a ser construído no Chile.Visível no centro da imagem encontra-se a forma retangular do New Technology Telescope (NTT) do lado esquerdo e o telescópio de 3,6 metros do ESO à direita. O NTT de 3,58 metros foi inaugurado em 1989 e foi o primeiro telescópio do mundo a poder contar com um espelho principal controlado por computador. O espelho é flexível e a sua forma é ajustada de maneira ativa durante as observações no intuito de preservar uma qualidade de imagem muito boa. Esta tecnologia, conhecida por óptica ativa, é atualmente aplicada a todos os telescópios modernos principais - incluindo  o Very Large Telescope no Cerro Paranal e o futuro European Extremely Large Telescope.La Silla acolhe vários outros telescópios, incluindo o SEST ...
potw1436-pt — Fotografia da Semana
O VLT segue o cometa de Rosetta
8 de Setembro de 2014: A mancha brilhante e desfocada que se vê no centro desta imagem trata-se do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, ou 67P/C-G. Este não é um cometa qualquer mas sim o alvo da sonda espacial Rosetta da ESA, que se encontra atualmente no interior da coma do cometa, a menos de 100 quilómetros do seu núcleo [1]. Com a Rosetta tão próxima do cometa, a única maneira de ver o 67P/C-G na sua totalidade é observá-lo a partir do solo.Esta imagem foi obtida a 11 de agosto de 2014 com um dos telescópios de 8 metros do Very Large Telescope (VLT) do ESO, no Chile. Foi composta a partir da sobreposição de 40 exposições individuais, cada uma de 50 segundos, depois de removidas as estrelas de fundo, de modo a obter a melhor imagem possível do cometa. A sonda Rosetta encontra-se no interior do pixel central da imagem e é muito pequena para poder ...
potw1435-pt — Fotografia da Semana
Céu psicadélico
1 de Setembro de 2014: Esta fotografia psicadélica mostra uma noite de observação do pólo norte celeste a partir do Observatório Público Allgäu em Ottobeuren, na Alemanha. A fotografia mostra o telescópio refletor Cassegrain de 0,6 metros, que foi instalado em 1996.O brilhante raio laser amarelo que parece varrer o céu nesta imagem de longa exposição, é a unidade de estrela guia laser Wendelstein do ESO, que foi testada em Allgäu. É uma versão mais pequena da estrela guia laser que foi instalada no Very Large Telescope, no Paranal, Chile.Uma estrela guia laser é usada para criar um ponto brilhante no céu, o qual pode ser utilizado como uma estrela artificial de referência, permitindo aos astrónomos medir como é que as estrelas reais se desfocam ou piscam, tal como são vistas normalmente a partir do solo. Estas medições são depois utilizadas para corrigir deste efeito, permitindo assim obter imagens muito mais nítidas num processo conhecido ...
potw1434-pt — Fotografia da Semana
Rastros de estrelas no deserto
25 de Agosto de 2014: No deserto do Atacama no Chile chove muito raramente. Apenas uma vez a cada vários anos é que chuva ou neve caem de forma significativa no Observatório de La Silla do ESO, geralmente coincidindo com um evento climatérico anormalmente quente, tal como o fenómeno do El Niño. Este deserto é o deserto mais seco do planeta, o que o torna num lugar fantástico para observar o céu noturno.Embora haja muito pouca chuva, alguns truques fotográficos podem fazer com que as estrelas pareçam chuva a cair nas montanhas circundantes, tal como se vê nesta imagem obtida a 21 de maio de 2013 por Diana Juncher, uma estudante de doutoramento em astronomia no Instituto Niels Bohr, na Dinamarca.Diana esteve em La Silla durante duas semanas em maio de 2013, a observar exoplanetas na direção do centro da nossa Galáxia, no âmbito do seu trabalho de investigação. Durante a sua estadia, a estudante ...
potw1433-pt — Fotografia da Semana
Esculpindo os céus de La Silla
18 de Agosto de 2014: Raras nuvens brancas raiam o céu por cima do Observatório de La Silla do ESO nesta fotografia tirada no dia 11 de junho de 2012 pelo astrónomo Alan Fitzsimmons.Este ambiente seco e inóspito com vento forte a soprar ocasionalmente pode não ser o melhor local para se construir uma casa, mas é certamente o lugar ideal para os telescópios. Condições secas e áridas ajudam os astrónomos a evitar os problemas comuns das observação como a turbulência atmosférica, a poluição luminosa, a humidade e (na maioria das vezes) as nuvens, permitindo-lhe ter uma vista clara do cosmos. Mesmo neste dia raro com nuvens que a imagem mostra, o céu ficou limpo ao anoitecer e as observações tiveram lugar como de costume.Os telescópios que estão instalados em La Silla - incluindo dois principais operados pelo ESO: o telescópio de 3,6 metros do ESO e o New Technology Telescope (NTT) - encontram-se equipados ...
potw1432-pt — Fotografia da Semana
Construindo uma estrada até ao Armazones
11 de Agosto de 2014: O ESO tem atualmente em funcionamento três observatórios na região chilena do deserto do Atacama: La Silla, Paranal e Chajnantor. No fundo desta imagem podemos ver o Paranal, a infraestrutura emblemática do ESO que acolhe o Very Large Telescope.Nos próximos anos, estes três locais serão complementados com um quarto: Cerro Armazones, onde será construído o European Extremely Large Telescope (E-ELT). Com um espelho de 39 metros de diâmetro, o E-ELT será o maior olho do mundo virado para o céu, quando a sua construção estiver concluída em 2024.O Cerro Armazones encontra-se atualmente ligado ao Paranal apenas por um caminho de terra batida, no entanto, como mostra a imagem, estão em curso obras. A companhia chilena ICAFAL Ingeniería y Construcción S.A. (ICAFAL) começou a construir no local em março deste ano (ann14019) e espera ver completada em cerca de 16 meses uma nova estrada asfaltada de 7 metros de largura. Para ...
potw1431-pt — Fotografia da Semana
Em busca de espaço
4 de Agosto de 2014: A 5000 metros acima do nível do mar, no cimo do planalto do Chajnantor no Chile, as antenas do observatório ALMA perscrutam o céu, buscando no Universo pistas das nossas origens cósmicas. Este planalto é um dos locais de observação mais elevados da Terra.Visíveis entre os milhares de estrelas do lado direito da imagem estão a Pequena e a Grande Nuvens de Magalhães, que parecem manchas luminosas no céu. Estes objetos, que se assemelham a nuvens, são galáxias - duas das galáxias mais próximas da nossa Galáxia, a Via Láctea.O objetivo principal do ALMA é observar os objetos mais frios e mais antigos do cosmos - o chamado “Universo frio”. A rede mede a radiação emitida nos comprimentos de onda milimétrico e submilimétrico, os quais se situam entre o infravermelho e as ondas rádio do espectro electromagnético. O ALMA é composto por 66 antenas móveis, que podem ser deslocadas de ...
potw1430-pt — Fotografia da Semana
Atacama alienígena
28 de Julho de 2014: Próximo do Observatório ALMA do ESO, um autocarro de turismo levanta uma nuvem de pó à medida que avança no deserto chileno. O autocarro transporta pessoal que se dirige para o Local de Apoio às Operações do ALMA, para iniciar um turno de 8 dias. No fundo da imagem vemos dois vulcões, os seus picos cobertos de neve tapados por nuvens.Situados na fronteira entre a Bolívia e o Chile, estes vulcões inativos formaram-se em diferentes épocas geológicas, apesar de se encontrarem a pouca distância um do outro - o Licancabur, o vulcão da esquerda, é muito mais jovem que o seu vizinho mais pequeno, o Juriques.O Licancabur é famoso pela sua forma quase simétrica e por acolher um dos lagos do planeta situados a maior altitude. A uma altitude de 5916 metros, o lago na caldeira do Licancabur alberga uma variedade de flora e fauna raras e tem sido extensamente ...
potw1429-pt — Fotografia da Semana
Gigantes a trabalhar
21 de Julho de 2014: Esta panorâmica da infraestrutura emblemática do ESO no norte do Chile foi obtida pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gabriel Brammer. Com a Via Láctea coroando a imagem e um céu limpo como fundo, vemos o Very Large Telescope (VLT) a preparar-se para o trabalho no Observatório do Paranal do ESO.Para criar esta imagem, Brammer combinou várias fotografias de exposição longa a fim de captar a ténue luz da Via Láctea à medida que esta passava sobre as cúpulas dos Telescópios Principais do VLT. Cada um destes gigantes tem 25 metros de altura e os seus nomes provêem de objetos celestes proeminentes, na língua da tribo local mapuche: o Sol, a Lua, a constelação do Cruzeiro do Sul e Vénus -  Antu, Kueyen, Melipal e Yepun, respetivamente. À esquerda podemos ver, nas suas cúpulas brancas redondas, os Telescópios Auxiliares mais pequenos, com as Pequena e a Grande Nuvens de Magalhães por ...
potw1428-pt — Fotografia da Semana
Um olhar às profundezas do céu
14 de Julho de 2014: Consegue contar o número de pontos brilhantes nesta fotografia? Esta imagem de campo profundo foi obtida com o instrumento Wide Field Imager (WFI), uma câmara montada num telescópio de tamanho relativamente modesto, o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros situado no Observatório de La Silla, no Chile.A imagem é uma das cinco regiões do céu cobertas pelo rastreio COMBO-17 (acrónimo do inglês para Classifying Objects by Medium-Band Observations in 17 filters), uma busca de objetos cósmicos no céu profundo, numa zona relativamente estreita do céu austral. Cada uma das cinco regiões cobre uma área no céu do tamanho da Lua Cheia e é observada através de 17 filtros de cor individuais.O rastreio já revelou milhares de espécimens cósmicos previamente desconhecidos - mais de 25 000 galáxias e dezenas de milhares de estrelas e quasares distantes, o que mostra o quanto ainda temos a aprender sobre o Universo.Alguns dos pontos de luz ...
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