Notas de Imprensa

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eso1503pt-br — Foto de imprensa
A boca do monstro
28 de Janeiro de 2015: Tal como a boca escancarada de uma criatura celeste gigantesca, o glóbulo cometário CG4 brilha ameaçadoramente nesta nova imagem obtida pelo Very Large Telescope do ESO. Embora pareça grande e brilhante na imagem, este objeto é, na realidade, uma nebulosa bastante tênue, o que o torna muito difícil de observar por astrônomos amadores. A natureza exata de CG4 permanece um mistério.
eso1502pt-br — Nota de imprensa institucional
Novos telescópios "caçadores" de exoplanetas no Paranal
14 de Janeiro de 2015: O Next-Generation Transit Survey (NGTS) viu sua primeira luz no Observatório do Paranal do ESO, no norte do Chile. Este projeto procurará exoplanetas em trânsito - planetas que passam em frente da sua estrela progenitora, dando por isso origem a uma pequena diminuição do brilho estelar, a qual pode ser detectada por instrumentos muito sensíveis. O foco dos telescópios será a descoberta de planetas do tamanho de Netuno e menores, com diâmetros entre duas e oito vezes o da Terra.
eso1501pt-br — Foto de imprensa
Para onde foram todas as estrelas?
7 de Janeiro de 2015: Nesta intrigante nova imagem do ESO parecem faltar algumas das estrelas. No entanto, o vazio negro que vemos neste campo estelar resplandecente não é na realidade um buraco, mas sim uma região do espaço cheia de gás e poeira, uma nuvem escura chamada LDN 483 (Lynds Dark Nebula 483). Tais nuvens são o local de nascimento de futuras estrelas. O Wide Field Imager, um instrumento montado no telescópio ESO/MPG de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, capturou esta imagem da nebulosa escura LDN 483 e do seu meio circundante.
eso1441pt-br — Foto de imprensa
As estrelas quentes e azuis de Messier 47
17 de Dezembro de 2014: Esta imagem espetacular do aglomerado estelar Messier 47 foi obtida com a câmera Wide Field Imager, instalada no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. Apesar deste jovem aglomerado aberto ser dominado por estrelas azuis e brilhantes, contém também algumas estrelas gigantes vermelhas contrastantes.
eso1440pt-br — Nota de imprensa institucional
Sinal verde para a construção do E-ELT
4 de Dezembro de 2014: Numa reunião recente o órgão dirigente do ESO, o Conselho, deu [1] sinal verde para a construção do European Extremely Large Telescope (E-ELT) em duas fases. Foi autorizada a atribuição de cerca de um bilhão de euros para a primeira fase, o que cobrirá os custos de construção de um telescópio completamente operacional com uma série de poderosos instrumentos e com a primeira luz prevista para daqui a dez anos. O telescópio permitirá fazer enormes descobertas científicas em áreas tão variadas como exoplanetas, composição estelar de galáxias próximas e Universo profundo. O maior contrato ESO, para a construção da cúpula do telescópio e da estrutura principal, será atribuído durante o próximo ano.
eso1439pt-br — Foto de imprensa
Uma concentração colorida de estrelas de meia idade
26 de Novembro de 2014: O telescópio MPG/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, capturou uma bonita imagem colorida do aglomerado estelar brilhante NGC 3532. Algumas das estrelas ainda brilham numa cor quente azulada, mas muitas das mais massivas já tornaram-se gigantes vermelhas e brilham em tons de laranja.
eso1438pt-br — Nota de imprensa científica
Alinhamento misterioso de quasares ao longo de bilhões de anos-luz
19 de Novembro de 2014: Novas observações obtidas com o Very Large Telescope do ESO (VLT), no Chile, revelaram alinhamentos nas maiores estruturas descobertas no Universo até hoje. Uma equipe de pesquisa europeia descobriu que os eixos de rotação dos buracos negros centrais supermassivos numa amostra de quasares encontram-se paralelos entre si ao longo de distâncias de bilhões de anos-luz. A equipe descobriu também que os eixos de rotação destes quasares tendem a alinhar-se com as enormes estruturas da rede cósmica onde residem.
eso1437pt-br — Nota de imprensa científica
O MUSE revela a verdadeira história por trás de uma colisão galáctica
10 de Novembro de 2014: O novo instrumento MUSE montado no Very Large Telescope (VLT) do ESO deu aos astrônomos a melhor imagem até hoje de uma colisão cósmica espetacular. As novas observações revelam, pela primeira vez, o movimento do gás à medida que é arrancado da galáxia ESO 137-001, quando esta entra a alta velocidade num enorme aglomerado de galáxias. Os resultados contêm a chave para a solução de um mistério de longa data - porque é que a formação estelar se interrompe em aglomerado de galáxias.
eso1436pt-br — Foto de imprensa
Imagem ALMA revolucionária revela gênesis planetária
6 de Novembro de 2014: Esta nova imagem obtida com o ALMA, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, revela um detalhe extraordinário, nunca observado até hoje, de um disco de formação planetária em torno de uma estrela jovem. Estas são as primeiras observações do ALMA feitas com a sua configuração quase final e as imagens mais nítidas obtidas até hoje no submilimétrico. Os novos resultados constituem um enorme passo em frente no estudo do desenvolvimento de discos protoplanetários e formação de planetas.
eso1435pt-br — Nota de imprensa científica
VLTI detecta luz exozodiacal
3 de Novembro de 2014: Com o auxílio do Interferômetro do Very Large Telescope, uma equipe internacional de astrônomos detectou luz exozodiacal perto das zonas habitáveis de nove estrelas próximas. Esta luz trata-se da radiação estelar refletida por poeira criada a partir de colisões entre asteroides e evaporação de cometas. A presença de tais quantidades de poeira nas regiões internas em torno de algumas estrelas poderá ser um obstáculo à obtenção de imagens diretas de planetas do tipo terrestre.
eso1434pt-br — Nota de imprensa científica
Descoberta uma “corda salva vidas” para a formação de planetas num sistema binário de estrelas
29 de Outubro de 2014: Com o auxílio do ALMA astrônomos detectaram, pela primeira vez, uma corrente de gás que flui desde um disco externo massivo até ao interior de um sistema binário de estrelas. Esta configuração, nunca observada até agora, pode ser responsável por manter um segundo disco de formação planetária, menor, que, de outro modo, teria desaparecido completamente há muito tempo. Metade das estrelas do tipo solar nascem em sistemas binários e, por isso, esta descoberta tem consequências importantes na procura de exoplanetas. Estes resultados serão publicados na revista Nature em 30 de outubro de 2014.
eso1433pt-br — Nota de imprensa institucional
Polônia junta-se ao Observatório Europeu do Sul
28 de Outubro de 2014: Hoje a Professora Lena Kolarska-Bobińska, Ministra polonesa da Ciência e Ensino Superior, assinou um acordo que levará o país a juntar-se ao Observatório Europeu do Sul (ESO) - o observatório terrestre mais produtivo do mundo. O ESO aguarda com expectativa a conclusão da adesão da Polônia como Estado Membro, o que acontecerá assim que for ratificado o acordo agora assinado.
eso1432pt-br — Nota de imprensa científica
Encontradas duas famílias de cometas em torno de estrela próxima
22 de Outubro de 2014: O instrumento HARPS, em operação no Observatório de La Silla do ESO no Chile, foi utilizado no censo mais completo feito até hoje de cometas em torno de outra estrela. Uma equipe de astrônomos franceses estudaram quase 500 cometas individuais que orbitam a estrela Beta Pictoris e descobriram que estes objetos pertencem a duas famílias distintas de exocometas: exocometas velhos que fizeram já várias passagens próximo da estrela e exocometas mais jovens que se formaram provavelmente da recente destruição de um ou mais objetos maiores. Os novos resultados serão publicados na revista Nature a 23 de outubro de 2014.
eso1431pt-br — Nota de imprensa científica
Segredos de construção de uma metrópole galática
15 de Outubro de 2014: Astrônomos utilizaram o telescópio APEX para investigar um enorme aglomerado de galáxias, que está se formando no Universo primordial, e revelaram que boa parte da formação estelar que está ocorrendo não apenas se encontra escondida pela poeira, mas também acontece em locais inesperados. Esta é a primeira vez que se consegue realizar um censo completo da formação estelar em tais objetos.
eso1430pt-br — Foto de imprensa
Patos selvagens levantam voo em aglomerado aberto
1 de Outubro de 2014: O instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, obteve esta bela imagem salpicada de estrelas azuis de um dos aglomerads abertos mais ricos em estrelas que se conhece atualmente - o Messier 11, também conhecido por NGC 6705 ou Aglomerado do Pato Selvagem.
eso1429pt-br — Nota de imprensa científica
O ALMA observa origem violenta de galáxias de disco
17 de Setembro de 2014: Durante décadas os cientistas acreditaram que da fusão de galáxias resultavam geralmente galáxias elípticas. Agora, e pela primeira vez, os pesquisadores, com o auxílio do ALMA e um conjunto de outros rádio telescópios, descobriram evidências diretas de que as galáxias em fusão podem também dar origem a galáxias de disco e que este fenômeno é até bastante comum. Este resultado surpreendente pode explicar porque é que existem tantas galáxias espirais como a Via Láctea no Universo.
eso1428pt-br — Foto de imprensa
Este aglomerado estelar não é o que parece
10 de Setembro de 2014: Esta nova imagem obtida pelo VLT Survey Telescope, no Observatório do Paranal do ESO no norte do Chile, mostra uma vasta coleção de estrelas, o aglomerado globular Messier 54. Este aglomerado parece muito semelhante a muitos outros, no entanto tem um segredo. Messier 54 não pertence à Via Láctea, mas sim a uma pequena galáxia satélite, a galáxia anã do Sagitário. Este fato permitiu aos astrônomos usarem o Very Large Telescope (VLT) para testarem se, tal como na Via Láctea, existem inesperados níveis baixos do elemento lítio em estrelas fora da nossa Galáxia.
eso1427pt-br — Foto de imprensa
Previsão meteorológica cósmica: nuvens escuras darão lugar ao Sol
3 de Setembro de 2014: Nesta nova imagem podemos ver Lupus 4, uma região escura de gás e poeira, em forma de aranha, que esconde as estrelas de fundo tal como o faria uma nuvem escura na atmosfera terrestre numa noite sem luar. Embora sejam atualmente escuras, são nestas densas bolsas de material no interior de nuvens como Lupus 4 que se formam novas estrelas, as quais irão brilhar intensamente ao longo da sua vida. Esta imagem foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.
eso1426pt-br — Nota de imprensa científica
Melhor imagem já obtida de galáxias em colisão no Universo longínquo
26 de Agosto de 2014: Com o auxílio do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), e outros telescópios instalados no solo e no espaço, uma equipe internacional de astrônomos obteve a melhor imagem até hoje de uma colisão entre duas galáxias quando o Universo tinha apenas metade da sua idade atual. A equipe usou uma lupa do tamanho de uma galáxia para ver detalhes que de outro modo seriam impossíveis de detectar. Este novo estudo da galáxia H-ATLAS J142935.3-002836 mostrou que este objeto complexo e distante se parece com as Galáxias Antena, uma colisão local bem conhecida.
eso1425pt-br — Foto de imprensa
Uma paisagem espetacular de formação estelar
20 de Agosto de 2014: Esta imagem obtida pelo instrumento Wide Field Imager, no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, mostra duas regiões de formação estelar na Via Láctea austral. A primeira destas regiões, à esquerda, é dominada pelo aglomerado estelar NGC 3603 e situa-se a 20 000 anos-luz de distância, no braço espiral Carina-Sagitário da nossa Via Láctea. A segunda, à direita, trata-se de uma coleção de nuvens de gás brilhante conhecidas pelo nome de NGC 3576 e situa-se a apenas metade da distância a que primeira região se encontra da Terra.
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