Foto da Semana 2011

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potw1150-pt-br — Foto da Semana
O mundo nocturno do ALMA
12 de Dezembro de 2011: Esta panorâmica do planalto do Chajnantor, que cobre 180 graus, de norte (à esquerda) a sul (à direita), mostra as antenas do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) situadas numa paisagem surrealista. Alguns objetos celestes familiares podem ser vistos no céu nocturno por trás das antenas. Estas noites de céu límpido são a razão do Chile ser o local de acolhimento, não apenas do ALMA, mas também de outros observatórios astronómicos. Esta imagem é apenas uma parte de uma panorâmica ainda maior do Chajnantor.Em primeiro plano vemos as antenas do ALMA, de 12 metros, em acção, trabalhando como de um único telescópio gigante se tratassem, durante o primeira fase de observações científicas do observatório. Completamente à esquerda, vemos um grupo de antenas mais pequenas, de 7 metros, iluminadas, que fazem parte da rede compacta do ALMA. O crescente da Lua, embora não seja visível na imagem, lança sombras sobre todas as ...
potw1136-pt-br — Foto da Semana
O laser e o relâmpago
5 de Setembro de 2011: Na quinta-feira, dia 18 de agosto de 2011, o céu por cima do Observatório Público de Allgäu, no sudoeste da Baviera, Alemanha, estava fantástico, com a noite iluminada por dois fenómenos muito diferentes, sendo um, um exemplo da tecnologia avançada e o outro, o poder dramático da natureza.Na altura em que o ESO testava o novo sistema de estrela guia laser de Wendelstein, ao disparar um poderoso raio laser para a atmosfera, uma das tempestades fortes de verão da região aproximava-se - uma demonstração muito visual do porquê dos telescópios do ESO estarem instalados no Chile e não na Alemanha. Pesadas nuvens cinzentas lançavam relâmpagos enquanto Martin Kornmesser, artista gráfico a trabalhar no departamento de divulgação do ESO, tirava fotografias do teste do laser para o ESOcast 34. Por pura coincidência, esta fotografia foi tirada mesmo no momento em que um relâmpago aparecia, o que deu origem a esta espantosa ...
potw1132-pt-br — Foto da Semana
Céu escuro e deserto branco - a neve veio fazer uma visita rara ao Observatório do Paranal do ESO
8 de Agosto de 2011: O céu nocturno por cima do Cerro Paranal, local de acolhimento do Very Large Telescope do ESO (VLT), é escuro e salpicado de estrelas brilhantes da Via Láctea, assim como de galáxias mais distantes. No entanto, é muito raro ver o chão contrastando com o céu de maneira tão marcada como nesta fotografia, que mostra uma fina camada de neve branca salpicada pelas zonas mais escuras do terreno do deserto.Esta fotografia foi tirada a semana passada, logo depois do nascer do Sol, pelo Embaixador Fotográfico do ESO, Yuri Beletsky, que trabalha como astrónomo no Observatório La Silla Paranal. Yuri capturou, não apenas a bonita paisagem com neve do Atacama e as cúpulas do VLT no cimo da montanha, mas também um incrível céu nocturno. À esquerda do VLT podemos ver o rasto de um satélite e à direita está o rasto de um meteoro.O Cerro Paranal é uma montanha de ...
potw1119-pt-br — Foto da Semana
Lua eclipsada, céu noturno magnífico
9 de Maio de 2011: Um eclipse total da Lua é um espetáculo impressionante, mas além disso, dá-nos uma excelente oportunidade de observar um céu estrelado sem luar, ou seja, muito escuro. No Cerro Paranal, no deserto chileno do Atacama, um dos lugares mais remotos do mundo, a enorme distância a fontes de poluição luminosa faz com que o céu noturno se torne ainda mais espectacular durante um eclipse total da Lua.Esta fotografia panorâmica, tirada pelo Embaixador Fotográfico do ESO Yuri Beletsky, mostra uma vista do céu estrelado sobre o local de acolhimento do Very Large Telescope do ESO (VLT) no Cerro Paranal, durante o eclipse total da Lua de 21 de dezembro de 2010. O disco avermelhado da Lua pode ser visto à direita na imagem, enquanto a Via Láctea cruza o céu em forma de arco. Podemos ver ainda outro brilho tênue, que rodeia o planeta Vênus no canto inferior esquerda da fotografia. ...
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Sede do ESO ao pôr do Sol
11 de Abril de 2011: Esta panorâmica mostra a Sede do Observatório Europeu do Sul, situada em Garching, ao pé de Munique, na Alemanha. A imagem mostra a vista a partir do telhado do edifício principal, logo após o pôr do Sol. Este é o centro científico, técnico e administrativo das operações do ESO, e o local a partir do qual os astrónomos trabalham nos seus projetos de investigação. O pessoal técnico, administrativo e os cientistas que aqui trabalham, vêm de muitos lados e possuem diferentes experiências pessoais, mas todos têm uma coisa em comum: uma paixão pela astronomia.O ESO é a mais importante organização europeia intergovernamental astronómica e é o observatório astronómico mais produtivo do mundo. O ESO opera telescópios em três observatórios de ponta no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor. Adicionalmente, o Cerro Armazones, próximo do Paranal, foi escolhido como local de acolhimento do European Extremely Large Telescope (E-ELT).O ESO proporciona aos ...
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As antenas ALMA sob a Via Láctea
21 de Fevereiro de 2011: Quatro antenas do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) observam o céu nocturno estrelado, antecipando o trabalho que aí vem. O luar ilumina a cena à direita, enquanto a faixa da Via Láctea se estende ao longo do lado esquerdo para cima.O ALMa está a ser construído a uma altitude de 5000 metros, no planalto do Chajnantor, no deserto chileno do Atacama. Este é um dos locais mais secos à face da Terra, e o ar seco, combinado com a atmosfera fina da elevada altitude, oferece condições soberbas para observar o Universo na região de comprimentos de onda do milímetro e do submilímetro. A estes comprimentos de onda longos, os astrónomos podem sondar, por exemplo, as nuvens moleculares, que consistem em regiões densas de gás e poeira onde novas estrelas se estão a formar a partir do colapso gravitacional da nuvem. Actualmente, o Universo permanece relativamente mal explorado nos comprimentos de ...
potw1101-pt-br — Foto da Semana
Outro dia perfeito no Paranal
3 de Janeiro de 2011: Colinas vermelhas estendem-se por baixo de um céu azul excepcionalmente limpo, típico do Observatório do Paranal do ESO. Apesar das cúpulas fecharem de madrugada, e nada parecer mover-se à superfície deste inóspito deserto, o certo é que o Very Large Telescope do ESO (VLT) nunca dorme. Desde manhã cedo que uma equipa de engenheiros e técnicos se encontra a trabalhar arduamente, de modo a preparar os telescópios e respectivos instrumentos para outra “noite perfeita”.O Cerro Paranal, a 2600 metros de altitude, destaca-se no centro desta vista panorâmica, tirada para sul. O topo da montanha aplanado acolhe o VLT, a infraestrutura astronómica terrestre mais avançada do mundo, a operar no visível  e no infravermelho próximo. O VLT é composto por quatro Telescópios Principais de 8,2 metros cada um, e por quatro Telescópios Auxiliares de 1,8 metros. Nesta fotografia, apenas estão visíveis duas das cúpulas dos telescópios maiores e o telescópio de ...
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