Fotografia da Semana

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potw1435-pt — Fotografia da Semana
Céu psicadélico
1 de Setembro de 2014: Esta fotografia psicadélica mostra uma noite de observação do pólo norte celeste a partir do Observatório Público Allgäu em Ottobeuren, na Alemanha. A fotografia mostra o telescópio refletor Cassegrain de 0,6 metros, que foi instalado em 1996.O brilhante raio laser amarelo que parece varrer o céu nesta imagem de longa exposição, é a unidade de estrela guia laser Wendelstein do ESO, que foi testada em Allgäu. É uma versão mais pequena da estrela guia laser que foi instalada no Very Large Telescope, no Paranal, Chile.Uma estrela guia laser é usada para criar um ponto brilhante no céu, o qual pode ser utilizado como uma estrela artificial de referência, permitindo aos astrónomos medir como é que as estrelas reais se desfocam ou piscam, tal como são vistas normalmente a partir do solo. Estas medições são depois utilizadas para corrigir deste efeito, permitindo assim obter imagens muito mais nítidas num processo conhecido ...
potw1434-pt — Fotografia da Semana
Rastros de estrelas no deserto
25 de Agosto de 2014: No deserto do Atacama no Chile chove muito raramente. Apenas uma vez a cada vários anos é que chuva ou neve caem de forma significativa no Observatório de La Silla do ESO, geralmente coincidindo com um evento climatérico anormalmente quente, tal como o fenómeno do El Niño. Este deserto é o deserto mais seco do planeta, o que o torna num lugar fantástico para observar o céu noturno.Embora haja muito pouca chuva, alguns truques fotográficos podem fazer com que as estrelas pareçam chuva a cair nas montanhas circundantes, tal como se vê nesta imagem obtida a 21 de maio de 2013 por Diana Juncher, uma estudante de doutoramento em astronomia no Instituto Niels Bohr, na Dinamarca.Diana esteve em La Silla durante duas semanas em maio de 2013, a observar exoplanetas na direção do centro da nossa Galáxia, no âmbito do seu trabalho de investigação. Durante a sua estadia, a estudante ...
potw1433-pt — Fotografia da Semana
Esculpindo os céus de La Silla
18 de Agosto de 2014: Raras nuvens brancas raiam o céu por cima do Observatório de La Silla do ESO nesta fotografia tirada no dia 11 de junho de 2012 pelo astrónomo Alan Fitzsimmons.Este ambiente seco e inóspito com vento forte a soprar ocasionalmente pode não ser o melhor local para se construir uma casa, mas é certamente o lugar ideal para os telescópios. Condições secas e áridas ajudam os astrónomos a evitar os problemas comuns das observação como a turbulência atmosférica, a poluição luminosa, a humidade e (na maioria das vezes) as nuvens, permitindo-lhe ter uma vista clara do cosmos. Mesmo neste dia raro com nuvens que a imagem mostra, o céu ficou limpo ao anoitecer e as observações tiveram lugar como de costume.Os telescópios que estão instalados em La Silla - incluindo dois principais operados pelo ESO: o telescópio de 3,6 metros do ESO e o New Technology Telescope (NTT) - encontram-se equipados ...
potw1432-pt — Fotografia da Semana
Construindo uma estrada até ao Armazones
11 de Agosto de 2014: O ESO tem atualmente em funcionamento três observatórios na região chilena do deserto do Atacama: La Silla, Paranal e Chajnantor. No fundo desta imagem podemos ver o Paranal, a infraestrutura emblemática do ESO que acolhe o Very Large Telescope.Nos próximos anos, estes três locais serão complementados com um quarto: Cerro Armazones, onde será construído o European Extremely Large Telescope (E-ELT). Com um espelho de 39 metros de diâmetro, o E-ELT será o maior olho do mundo virado para o céu, quando a sua construção estiver concluída em 2024.O Cerro Armazones encontra-se atualmente ligado ao Paranal apenas por um caminho de terra batida, no entanto, como mostra a imagem, estão em curso obras. A companhia chilena ICAFAL Ingeniería y Construcción S.A. (ICAFAL) começou a construir no local em março deste ano (ann14019) e espera ver completada em cerca de 16 meses uma nova estrada asfaltada de 7 metros de largura. Para ...
potw1431-pt — Fotografia da Semana
Em busca de espaço
4 de Agosto de 2014: A 5000 metros acima do nível do mar, no cimo do planalto do Chajnantor no Chile, as antenas do observatório ALMA perscrutam o céu, buscando no Universo pistas das nossas origens cósmicas. Este planalto é um dos locais de observação mais elevados da Terra.Visíveis entre os milhares de estrelas do lado direito da imagem estão a Pequena e a Grande Nuvens de Magalhães, que parecem manchas luminosas no céu. Estes objetos, que se assemelham a nuvens, são galáxias - duas das galáxias mais próximas da nossa Galáxia, a Via Láctea.O objetivo principal do ALMA é observar os objetos mais frios e mais antigos do cosmos - o chamado “Universo frio”. A rede mede a radiação emitida nos comprimentos de onda milimétrico e submilimétrico, os quais se situam entre o infravermelho e as ondas rádio do espectro electromagnético. O ALMA é composto por 66 antenas móveis, que podem ser deslocadas de ...
potw1430-pt — Fotografia da Semana
Atacama alienígena
28 de Julho de 2014: Próximo do Observatório ALMA do ESO, um autocarro de turismo levanta uma nuvem de pó à medida que avança no deserto chileno. O autocarro transporta pessoal que se dirige para o Local de Apoio às Operações do ALMA, para iniciar um turno de 8 dias. No fundo da imagem vemos dois vulcões, os seus picos cobertos de neve tapados por nuvens.Situados na fronteira entre a Bolívia e o Chile, estes vulcões inativos formaram-se em diferentes épocas geológicas, apesar de se encontrarem a pouca distância um do outro - o Licancabur, o vulcão da esquerda, é muito mais jovem que o seu vizinho mais pequeno, o Juriques.O Licancabur é famoso pela sua forma quase simétrica e por acolher um dos lagos do planeta situados a maior altitude. A uma altitude de 5916 metros, o lago na caldeira do Licancabur alberga uma variedade de flora e fauna raras e tem sido extensamente ...
potw1429-pt — Fotografia da Semana
Gigantes a trabalhar
21 de Julho de 2014: Esta panorâmica da infraestrutura emblemática do ESO no norte do Chile foi obtida pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gabriel Brammer. Com a Via Láctea coroando a imagem e um céu limpo como fundo, vemos o Very Large Telescope (VLT) a preparar-se para o trabalho no Observatório do Paranal do ESO.Para criar esta imagem, Brammer combinou várias fotografias de exposição longa a fim de captar a ténue luz da Via Láctea à medida que esta passava sobre as cúpulas dos Telescópios Principais do VLT. Cada um destes gigantes tem 25 metros de altura e os seus nomes provêem de objetos celestes proeminentes, na língua da tribo local mapuche: o Sol, a Lua, a constelação do Cruzeiro do Sul e Vénus -  Antu, Kueyen, Melipal e Yepun, respetivamente. À esquerda podemos ver, nas suas cúpulas brancas redondas, os Telescópios Auxiliares mais pequenos, com as Pequena e a Grande Nuvens de Magalhães por ...
potw1428-pt — Fotografia da Semana
Um olhar às profundezas do céu
14 de Julho de 2014: Consegue contar o número de pontos brilhantes nesta fotografia? Esta imagem de campo profundo foi obtida com o instrumento Wide Field Imager (WFI), uma câmara montada num telescópio de tamanho relativamente modesto, o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros situado no Observatório de La Silla, no Chile.A imagem é uma das cinco regiões do céu cobertas pelo rastreio COMBO-17 (acrónimo do inglês para Classifying Objects by Medium-Band Observations in 17 filters), uma busca de objetos cósmicos no céu profundo, numa zona relativamente estreita do céu austral. Cada uma das cinco regiões cobre uma área no céu do tamanho da Lua Cheia e é observada através de 17 filtros de cor individuais.O rastreio já revelou milhares de espécimens cósmicos previamente desconhecidos - mais de 25 000 galáxias e dezenas de milhares de estrelas e quasares distantes, o que mostra o quanto ainda temos a aprender sobre o Universo.Alguns dos pontos de luz ...
potw1427-pt — Fotografia da Semana
Uma vista aérea do ESO
7 de Julho de 2014: Esta fotografia aérea mostra a Sede do Observatório Europeu do Sul (ESO) em Garching bei München, Alemanha. Embora os observatórios do ESO se localizem no Chile, no hemisfério sul, Garching acolhe o centro científico, técnico e administrativo do ESO, onde programas de desenvolvimento são levados a cabo de modo a fornecer aos observatórios os mais avançados instrumentos.Os edifícios no centro da imagem, ambos com um design curvo e elegante, são os dois edifícios principais da Sede do ESO - o que se encontra em cima foi o único edifício base da organização durante muitos anos, antes de se lhe ter juntado a nova extensão mais baixa de telhado vermelho, a qual foi inaugurada em dezembro de 2013. A estrutura preta redonda é o edifício técnico, onde se trabalha em novos instrumentos. Cada um dos edifícios individuais que compõem a Sede estão ligados por pontes curvas, as quais podem ser vistas ...
potw1426-pt — Fotografia da Semana
Impressão, pôr do Sol
30 de Junho de 2014: O Sol põe-se sobre o Observatório do Paranal, pintando toda uma paleta de tons subtis ao longo do céu e fazendo lembrar uma paisagem de Monet. As escassas nuvens brilham com os últimos raios de Sol e a claridade forte do ar é quase palpável - enfatizando a razão pela qual o ESO selecionou esta área do Chile para instalar o seu observatório. Raios crepusculares - e sombras das nuvens - afastam-se do Sol e parecem convergir no ponto anti-solar. Duas das quatro cúpulas que albergam os Telescópios Auxiliares (AT) do Very Large Telescope (VLT) podem ser vistas à esquerda, esperando pacientemente pela escuridão antes de iniciarem o seu rastreio do cosmos.Assim que o Sol se puser, os AT de 1,8 metros de diâmetro enviarão a radiação que colectam das estrelas ao Interferómetro do Very Large Telescope, o qual combina esta luz para produzir imagens muito nítidas do Universo. Os ...
potw1425-pt — Fotografia da Semana
A estrela artificial do VLT
23 de Junho de 2014: Esta nova imagem, obtida pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gianluca Lombardi, mostra uma imensidão de cores, desde uma bruma rosa que domina o fundo da imagem até aos azuis e brancos da Via Láctea no céu. Em primeiro plano podemos ver os Telescópios Principais do Very Large Telescope (VLT), instalado no Observatório do Paranal do ESO no Chile.Cortando a imagem vemos uma linha amarela, que corresponde à estrela guia laser do VLT, parte do sistema de óptica adaptativa do telescópio que serve para compensar os efeitos da turbulência atmosférica nas imagens. A radiação vinda do espaço é distorcida quando passa pela atmosfera devido a variações locais. Sempre que possível, os astrónomos usam uma estrela brilhante para calibrar as observações, mas quando não existe uma tal estrela suficientemente perto do objeto em estudo, usa-se uma estrela artificial - criada apontando um laser brilhante e penetrante para a noite, como podemos ver ...
potw1424-pt — Fotografia da Semana
A estrada para o futuro
16 de Junho de 2014: Esta nova imagem mostra o progresso na construção da estrada, plataforma e vala de serviço do local que acolherá o futuro European Extremely Large Telescope (E-ELT) no Cerro Armazones. O campo base pode ser visto embaixo à direita e a nova estrada aparece contornando o sopé da montanha.A companhia chilena ICAFAL Ingeniería y Construcción S.A. deu início aos trabalhos de construção civil em março de 2014, com a construção de uma estrada que levará ao topo da montanha. Prevê-se que a construção dure 16 meses. A estrada, que dará o acesso necessário para que se possa construir futuramente o telescópio gigante, terá 11 metros de largura, 7 dos quais serão pavimentados com asfalto.Um trabalhador da empresa, Sebastián Rivera Aguila, obteve esta fotografia na quinta-feira dia 12 de junho de 2014 quando, numa viagem de avião, passou por cima da montanha. Sebastián expressou o seu entusiamo: “É realmente difícil construir no ...
potw1423-pt — Fotografia da Semana
Alvorada sobre o VLT
9 de Junho de 2014: Esta imagem mostra o amanhecer sobre o Very Large Telescope (VLT) no Observatório do Paranal do ESO no Chile. Podemos ver em primeiro plano um dos Telescópios Principais do VLT iluminado pelo luar. Ao fundo estão dois dos Telescópios Auxiliares que apontam para o céu.O VLT é composto por quatro Telescópios Principais de 8,2 metros e quatro Telescópios Auxiliares móveis de 1,8 metros. Os telescópios podem trabalhar em uníssono de modo a formar um interferómetro gigante: o Interferómetro do Very Large Telescope (VLTI). A radiação colectada por cada um dos telescópios é combinada pelo VLTI, usando um complexo sistema de espelhos em túneis subterrâneos, o que permite aos astrónomos observar detalhes até 16 vezes mais pormenorizados do que se se utilizassem os Telescópios Principais individualmente.A fotografia foi tirada por Nicholas Blind, um astrónomo que visitou o Observatório do Paranal durante alguns dias em dezembro de 2012. Blind apenas esteve no ...
potw1422-pt — Fotografia da Semana
Coberto por um manto de estrelas
2 de Junho de 2014: Enquadrado pelo luar, o quarto Telescópio Principal do Very Large Telescope do ESO (VLT), no Observatório do Paranal, encontra-se envolto no céu que estuda noite após noite.Situado no topo do Cerro Paranal, a majestosa máquina encontra-se 2635 metros acima do nível do mar. O Paranal é o observatório terrestre mais avançado do mundo que opera no visível e a infraestrutura emblemática do ESO, sendo constituído por uma série de telescópios.O Telescópio Principal número 4, conhecido por Yepun (Vénus), é um dos quatro Telescópios Principais do VLT, que também funciona com quatro Telescópios Auxiliares companheiros, formando o Interferómetro do VLT (VLTI). No interior de um edifício controlado termicamente, o Telescópio 4 utiliza o seu espelho de 8,2 metros para observar as estrelas e desvendar os mistérios do Universo.Os outros três Telescópios Principais são conhecidos por Antu (Sol), Kueyen (Lua) e Melipal (Cruzeiro do Sul), nomes na língua do povo mapuche que ...
potw1421-pt — Fotografia da Semana
Uma corrente de estrelas sobre o Paranal
26 de Maio de 2014: O céu por cima do Observatório do Paranal no norte do Chile é uma verdadeira maravilha para os Embaixadores Fotográficos do ESO, que experimentam incessantemente novas técnicas para obter imagens cada vez mais fantásticas da paisagem árida e única do local, assim como das infraestruturas de vanguarda que aí se situam.Nesta imagem, Gianluca Lombardi combinou muitas exposições de longa duração para obter este efeito surpreendente - os Telescópios Principais e Telescópios Auxiliares que compõem o Very Large Telescope (VLT), com os seus movimentos aparecendo desfocados sob uma corrente de estrelas, enquanto o movimento aparente das estrelas no céu deixa traços que são capturados pela máquina fotográfica à medida que a Terra roda.O VLT é a infraestrutura emblemática do ESO e o instrumento óptico mais avançado alguma vez construído. Os seus telescópios são os mais produtivos do mundo.
potw1420-pt — Fotografia da Semana
Cada vez maiores
19 de Maio de 2014: Um pequeno grupo de pessoas junta-se ao pé dos telescópios para ver cair a noite no Observatório do Paranal do ESO, no Chile. Para a maioria das pessoas o pôr do Sol marca o fim do dia de trabalho - a altura de descansar. No entanto, aqui não; de noite é quando o trabalho principal é executado, com um céu nocturno límpido como mesa de trabalho.O grupo de pessoas parece pequeno quando comparado com os telescópios à esquerda. Estas cúpulas acolhem  os quatro Telescópios Auxiliares de 1,8 metros de diâmetro que fazem parte do Very Large Telescope (VLT). Mas o verdadeiro gigante da imagem encontra-se ainda mais à esquerda; se os Telescópios Auxiliares fazem com que as pessoas pareçam minúsculas, o Telescópio Principal do VLT que aparece na imagem faz com que pareçam formigas. O VLT conta com quatro destes telescópios de 8,2 metros, telescópios estes que se encontram entre ...
potw1419-pt — Fotografia da Semana
Rastos de estrelas por cima dos cactos no deserto do Atacama
12 de Maio de 2014: Esta bela imagem, tirada no deserto do Atacama no Chile, mostra rastos de estrelas que circundam o polo sul celeste, sobre uma paisagem dominada por cactos. Os rastos de estrelas mostram o movimento aparente das estrelas no céu, à medida que a Terra roda lentamente, e são capturados fazendo longas exposições com a máquina fotográfica.Uma exposição profunda final foi sobreposta aos rastos, revelando muitas mais estrelas ténues e a Via Láctea sul, a subir mesmo por cima do horizonte, com as suas zonas de poeira escura e a bem conhecida mancha brilhante cor de rosa da Nebulosa Carina. No lado direito da imagem, podemos ver também as galáxias satélite da Via Láctea, a Grande (em cima, no centro) e a Pequena (em baixo, à direita) Nuvens de Magalhães.
potw1418-pt — Fotografia da Semana
Os planetas alinham-se sobre La Silla
5 de Maio de 2014: O Sol põe-se sobre La Silla, um dos observatório do ESO no Chile, dando origem a um intenso brilho laranja em todo o horizonte.Esta imagem, obtida por David Jones, mostra o alinhamento de três planetas sobre os telescópios do ESO em junho de 2013. O trio, que pode ser visto à esquerda do centro, é composto por Júpiter (embaixo à esquerda, quase invisível na cor laranja do pôr do Sol), Vénus (ao centro) e Mercúrio (em cima à direita) - ver imagem anotada.Alinhamentos como este acontecem apenas uma vez em vários anos, por isso este é um verdadeiro acontecimento para fotógrafos e astrónomos. Quando três (ou mais) corpos celestes se alinham no céu desta maneira, damos ao fenómeno o nome de sizígia. Veja esta outra imagem da mesma sigízia, que mostra praticamente a mesma coisa (de maio de 2013).“Esta fotografia foi tirada durante uma campanha de observação de cinco noites ...
potw1417-pt — Fotografia da Semana
Lamas em La Silla
28 de Abril de 2014: Esta imagem mostra um rochedo perto do Observatório de La Silla do ESO, no Chile, na periferia do deserto do Atacama, a 2400 metros acima do nível do mar.Sobre o rochedo podemos ver vários petróglifos - desenhos gravados nas rochas - que mostram homens e lamas. Os lamas foram historicamente muito importantes nas culturas sul americanas. Eram usados em toda a região como fonte de alimento e lã e também como animais de carga. A importância dos lamas reflete-se nas crenças dos povos pré-colombianos que habitavam a região - os pastores incas adoravam uma divindade chamada Urcuchillay, um lama multicolor que velava sobre os animais. O nome de Urcuchillay foi também dado à constelação da Lira pelos antigos astrónomos incas.O lama era também honrado nas constelações incas. Estas constelações eram formadas por manchas escuras no plano brilhante da Via Láctea, em vez de estrelas brilhantes - como na tradição ocidental. ...
potw1416-pt — Fotografia da Semana
Bestas de carga
21 de Abril de 2014: Muitas mãos facilitam o trabalho ou talvez neste caso o mais apropriado seja “muitas rodas facilitam o trabalho”. A fotografia mostra um dos transportadores do ALMA, o Otto, que, juntamente com o seu companheiro Lore, é responsável por transportar as antenas ALMA até ao cimo do planalto do Chajnantor, um local situado a cerca de 5000 metros acima do nível do mar no norte do Chile. Depois de colocar as antenas, os dois camiões têm ainda a tarefa de as reposicionar segundo as necessidades dos cientistas. Neste vídeo podemos ver o Otto em acção.Estas duas poderosas bestas de carga encontram-se na vanguarda dos veículos feitos à medida. Foram especialmente concebidos para o ESO pela fábrica alemã Scheuerle Fahrzeugfabrik, que tem grande experiência no transporte de cargas pesadas, como o foguete Antares e uma plataforma de petróleo com umas impressionantes 15 000 toneladas!Os transportadores são idênticos exceptuando a cor dos corrimões ...
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