Notas de Imprensa

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eso1421pt — Nota de Imprensa Científica
VLT esclarece mistério poeirento
9 de Julho de 2014: Um grupo de astrónomos observou em tempo real a formação de poeira estelar - no seguimento da explosão de uma supernova. Mostrou-se, pela primeira vez, que estas fábricas de poeira cósmica fabricam os seus grãos de poeira num processo de duas fases, que começa pouco depois da explosão e continua muito para além desta. A equipa utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO no norte do Chile, para analisar a luz emitida pela supernova SN 2010jl à medida que esta se desvanecia. Os novos resultados são publicados online na revista Nature a 9 de julho de 2014.
eso1420pt — Foto de Imprensa
Um útero estelar moldado e destruído por progenitura ingrata
2 de Julho de 2014: A pouco conhecida nuvem de gás e poeira cósmica chamada Gum 15 é o local de nascimento e moradia de estrelas jovens massivas. Bonitas mas mortíferas, estas estrelas moldam a aparência da nebulosa materna e, à medida que avançam para a idade adulta, serão eventualmente a causa da sua morte.
eso1419pt — Nota de Imprensa Institucional
Nivelando o terreno para o E-ELT
19 de Junho de 2014: Ocorreu hoje uma cerimónia de nivelamento de montanha para assinalar um importante marco no projeto do ESO do European Extremely Large Telescope (E-ELT). Tratou-se da detonação de parte do pico de 3000 metros do Cerro Armazones, operação realizada no âmbito do processo de nivelamento do cume da montanha em preparação para a construção do maior telescópio óptico/infravermelho do mundo.
eso1418pt — Nota de Imprensa Científica
Explosões gigantescas enterradas em poeira
11 de Junho de 2014: Observações obtidas com o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) permitiram aos astrónomos mapear diretamente, e pela primeira vez, o gás molecular e poeira nas galáxias onde ocorrem explosões de raios gama - as maiores explosões no Universo. Surpreendentemente, observou-se menos gás e muito mais poeira do que o esperado, fazendo com que estas explosões pareçam “explosões escuras”. Este trabalho será publicado na revista Nature a 12 de junho de 2014. Trata-se do primeiro resultado científico do ALMA relativo a explosões de raios gama, evidenciando assim o potencial do telescópio no estudo deste fenómeno.
eso1417pt — Nota de Imprensa Institucional
Primeiras observações do SPHERE, instrumento que fotografa exoplanetas
4 de Junho de 2014: O SPHERE - Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch instrument - foi instalado no Very Large Telescope do ESO (VLT) no Observatório do Paranal, no Chile e executou com sucesso as suas primeiras observações científicas. Este novo e poderoso instrumento concebido para estudar exoplanetas utiliza várias técnicas avançadas em simultâneo, proporcionando um desempenho drasticamente melhorado relativamente aos instrumentos já existentes. O SPHERE forneceu já imagens impressionantes dos discos de poeira em torno de estrelas próximas e outros alvos durante os primeiros dias de observações. O SPHERE foi desenvolvido e construído por um consórcio de várias instituições europeias, lideradas pelo Institut de Planétologie et d´Astrophysique de Grenoble, França, em parceria com o ESO. Espera-se que o instrumento revolucione o estudo detalhado de exoplanetas e discos circunstelares.
eso1416pt — Foto de Imprensa
Um enxame estelar na esteira de Carina
21 de Maio de 2014: Esta nova imagem colorida obtida pelo telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, mostra o enxame estelar NGC 3590. As estrelas brilham intensamente sobre uma paisagem de zonas escuras de poeira e nuvens coloridas de gás brilhante. Este pequeno enxame fornece aos astrónomos pistas sobre a formação e evolução das estrelas - para além de ajudar a compreender melhor a estrutura dos braços em espiral da nossa Galáxia.
eso1415pt — Nota de Imprensa Científica
Resolvido o mistério da formação de estrelas magnéticas?
14 de Maio de 2014: As estrelas magnéticas são os estranhos restos extremamente densos que resultam de explosões de supernovas. São os objetos com o campo magnético mais poderoso que se conhecem no Universo - milhões de vezes mais potentes que os mais fortes imãs na Terra. Uma equipa de astrónomos, usando o Very Large Telescope do ESO (VLT), descobriu pela primeira vez a estrela companheira de uma estrela magnética. Esta descoberta ajuda a explicar como é que estes objetos se formam - um debate que já dura 35 anos - e porque é que esta estrela tão particular não colapsou para formar um buraco negro, como seria de esperar.
eso1414pt — Nota de Imprensa Científica
Medida pela primeira vez a duração de um dia num exoplaneta
30 de Abril de 2014: Com o auxílio de observações obtidas com o Very Large Telescope do ESO (VLT) conseguiu-se, pela primeira vez, determinar a taxa de rotação de um exoplaneta. Descobriu-se que Beta Pictoris b tem um dia que dura apenas 8 horas, um valor muito menor do que o observado em qualquer planeta no Sistema Solar - o equador do exoplaneta desloca-se a quase 100 000 quilómetros por hora. Este novo resultado permite estender aos exoplanetas a relação entre massa e rotação observada no Sistema Solar. Técnicas semelhantes permitirão aos astrónomos mapear exoplanetas com todo o pormenor, no futuro, utilizando o European Extremely Large Telescope (E-ELT).
eso1413pt — Foto de Imprensa
Um estudo em escarlate
16 de Abril de 2014: Esta nova imagem obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, revela uma nuvem de hidrogénio chamada Gum 41. No seio desta nebulosa pouco conhecida, estrelas luminosas, quentes e jovens, emitem radiação que faz brilhar o hidrogénio circundante num caraterístico tom escarlate.
eso1412pt — Foto de Imprensa
Encontro ocasional dá origem a anel de diamantes celeste
9 de Abril de 2014: Os astrónomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO no Chile para capturar esta bela imagem da nebulosa planetária PN A66 33 - conhecida normalmente por Abell 33. Formada quando uma estrela em envelhecimento lançou para o espaço as suas camadas externas, esta bonita bolha azul está, por mero acaso, alinhada com uma estrela que se encontra em primeiro plano, o que torna o conjunto extremamente parecido a um anel de noivado com um diamante. Esta jóia cósmica é invulgarmente simétrica, aparecendo como um círculo quase perfeito no céu.
eso1411pt — Foto de Imprensa
Assassina em série galáctica
2 de Abril de 2014: Esta nova imagem obtida pelo telescópio MPG/ESO de 2,2 metros situado no Observatório de La Silla do ESO, mostra duas galáxias muito contrastantes: a NGC 1316 e a sua companheira mais pequena NGC 1317 (à direita). Estas duas galáxias encontram-se muito próximo uma da outra, mas têm histórias muito distintas. A pequena espiral NGC 1317 tem tido uma vida plácida mas a NGC 1316 engoliu já várias outras galáxias ao longo de uma história violenta e mostra bem as suas cicatrizes de guerra.
eso1410pt — Nota de Imprensa Científica
Primeiro sistema de anéis descoberto em torno de um asteróide
26 de Março de 2014: Observações obtidas em muitos locais da América do Sul, incluindo o Observatório de La Silla do ESO, levaram à descoberta surpreendente de que o asteróide remoto Chariklo se encontra rodeado por dois anéis densos e estreitos. Este é o objeto mais pequeno descoberto até agora que apresenta anéis e apenas o quinto corpo no Sistema Solar - depois dos planetas muito maiores Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno - que apresenta esta caraterística. A origem dos anéis permanece um mistério, no entanto pensa-se que podem ser o resultado de uma colisão que criou um disco de restos. Os novos resultados serão publicados online na revista Nature a 26 de março de 2014.
eso1409pt — Nota de Imprensa Científica
VLT detecta a maior estrela hipergigante amarela
12 de Março de 2014: O interferómetro do Very Large Telescope do ESO revelou a maior estrela amarela jamais encontrada - e uma das dez maiores estrelas conhecidas até à data. Descobriu-se que esta hipergigante tem um tamanho superior a 1300 vezes o diâmetro do Sol e faz parte de um sistema estelar duplo, com uma segunda componente tão próxima que ambas as estrelas estão em contacto. Observações obtidas ao longo de sessenta anos, algumas por observadores amadores, indicam também que este objeto raro e extraordinário está a mudar muito depressa, o que significa que o estamos a observar durante uma fase muito breve da sua vida.
eso1408pt — Nota de Imprensa Científica
Choque de cometas explica nodo de gás em torno de estrela jovem
6 de Março de 2014: Os astrónomos anunciaram hoje a descoberta de um nodo inesperado de monóxido de carbono gasoso no disco de poeira que circunda a estrela Beta Pictoris. A descoberta, feita com observações obtidas pelo Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) situado no norte do Chile, é surpreendente uma vez que se espera que tal gás seja rapidamente destruído pela radiação estelar. Algo - provavelmente colisões frequentes entre objetos pequenos e gelados, como cometas - faz com que o gás esteja a ser constantemente criado. Os novos resultados são hoje publicados na revista Science.
eso1407pt — Nota de Imprensa Institucional
Primeira luz do MUSE
5 de Março de 2014: Um novo instrumento chamado MUSE (acrónimo do inglês para Multi Unit Spectroscopy Explorer) foi recentemente instalado no Very Large Telescope do ESO (VLT) no Observatório do Paranal, no norte do Chile. O MUSE observou galáxias distantes, estrelas brilhantes e outros alvos de teste durante o primeiro período de observações bem sucedidas.
eso1406pt — Foto de Imprensa
Diamantes na cauda do Escorpião
19 de Fevereiro de 2014: Uma nova imagem obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, mostra o brilhante enxame estelar Messier 7. Facilmente observado a olho nu próximo da cauda da constelação do Escorpião, este objeto é um dos enxames abertos mais proeminentes do céu - o que o torna um alvo importante da investigação astronómica.
eso1405pt — Nota de Imprensa Científica
A anatomia de um asteróide
5 de Fevereiro de 2014: Com o auxílio do New Technology Telescope (NTT) do ESO descobriu-se a primeira evidência de que os asteróides têm uma estrutura interna extremamente variada. Ao fazer medições muito precisas, os astrónomos descobriram que partes diferentes do asteróide Itokawa têm densidades diferentes. Descobrir o que se encontra no interior dos asteróides, para além de revelar segredos sobre a sua formação, pode também informar-nos sobre o que acontece quando corpos celestes colidem no Sistema Solar e dar-nos pistas sobre como se formam os planetas.
eso1404pt — Nota de Imprensa Científica
Primeiro mapa meteorológico de uma anã castanha
29 de Janeiro de 2014: O Very Large Telescope do ESO foi utilizado para criar o primeiro mapa meteorológico da superfície da anã castanha mais próxima da Terra. Uma equipa internacional fez um mapa das zonas claras e escuras da WISE J104915.57-531906.1B, também conhecida pelo nome informal Luhman 16B e uma das duas anãs castanhas recentemente descobertas que formam um par a apenas seis anos-luz de distância. Os novos resultados serão publicados a 30 de janeiro de 2014 na revista Nature.
eso1403pt — Foto de Imprensa
Uma pequena amostra da vasta coleção de dados do telescópio de rastreio VST
22 de Janeiro de 2014: O telescópio de rastreio do VLT (VST), situado no observatório do Paranal do ESO, no Chile, capturou esta nova imagem detalhada da Nebulosa da Lagoa. Esta nuvem gigante de gás e poeira, para além de estar a formar estrelas jovens intensamente brilhantes, alberga no seu seio enxames estelares jovens. A imagem é apenas uma pequeníssima fração de um dos onze rastreios públicos que estão a ser levados a cabo pelos telescópios do ESO. No seu conjunto, estes telescópios estão a obter uma vasta quantidade de dados, que vão sendo postos à disposição da comunidade astronómica do mundo inteiro.
eso1402pt — Nota de Imprensa Científica
Encontrado primeiro planeta em torno de uma gémea solar pertencente a um enxame estelar
15 de Janeiro de 2014: Os astrónomos utilizaram o detector de planetas HARPS do ESO, no Chile, assim como outros telescópios, para descobrir três planetas em torno de estrelas pertencentes ao enxame estelar aberto Messier 67. Embora mais de um milhar de planetas fora do Sistema Solar seja já conhecido, apenas alguns foram descobertos em enxames estelares. Curiosamente, um destes novos exoplanetas orbita uma estrela rara. Trata-se duma gémea solar - uma estrela que é, em todos os aspectos, praticamente idêntica ao Sol.
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