Foto da Semana

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potw1504-pt-br — Foto da Semana
Um nômade celeste sobe ao palco
26 de Janeiro de 2015: Nesta nova imagem do ESO, o cair da noite é pretexto para uma subida de cortina sobre um espetáculo que ocorre nos céus sem nuvens de La Silla. Numa vibrante cena de ação, os principais atores são o Cometa Lovejoy, brilhando verde no centro da imagem; as Plêiades em cima à direita; e a Nebulosa Califórnia, algo contrastante, que aparece sob a forma de um arco de gás vermelho à direita do cometa.Participa também desta cena um meteoro com o seu próprio risco de luz, parecendo mergulhar na piscina de luz verde existente no horizonte.Os telescópios de La Silla são o público deste espetáculo celeste e uma fina camada de nuvens agarra-se ao deserto do Atacama - que se encontra por baixo desta encenação espetacular - iluminada em tons espectrais.A longa cauda do cometa Lovejoy está sendo empurrada para fora do cometa pelo vento solar. É rica em compostos de ...
potw1503-pt-br — Foto da Semana
Pôr do Sol e pôr da Lua
19 de Janeiro de 2015: Esta imagem mostra o Observatório do Paranal do ESO, no Chile, pouco depois do pôr do Sol. Os últimos raios do dia, ao passar através das camadas mais baixas e empoeiradas da atmosfera, criam uma espetacular neblina alaranjada, dando origem a uma cena perfeita para esta Foto da Semana.Nesta imagem de longa exposição podemos ver rastros causados pelo movimento das estrelas ao longo do céu à medida que a Terra gira. Estes rastros parecem linhas pontilhadas, um efeito que é causado ao combinar uma quantidade de exposições individuais obtidas a pequenos intervalos umas das outras. A parte “mais torta” dos rastros de estrelas que se vê no fundo da imagem deve-se à máquina fotográfica ter saído do lugar.O percurso do crescente da Lua também pode ser visto na parte de baixo à esquerda da imagem. A Lua está se pondo, parecendo que vai afundar-se no Oceano Pacífico. Não vemos um ...
potw1502-pt-br — Foto da Semana
Um Armazones plano
12 de Janeiro de 2015: Coberto por uma camada de poeira cinzenta e salpicado de veículos pesados, o pico do Cerro Armazones aparece-nos claramente achatado, à medida que progridem os esforços na construção da plataforma para o European Extremely Large Telescope (E-ELT).Esta imagem da monumental obra em progresso foi tirada a partir dum quadricóptero (ou helicóptoro quadrimotor) pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gerd Hüdepohl, tendo como plano de fundo uma parte da cordilheira costeira chilena, com o Cerro Paranal e o Very Large Telescope. O deserto do Atacama e as suas montanhas enrugadas estendem-se em direção ao fundo da imagem, dissolvendo-se num azul enevoado no horizonte. É um palco desolado mas impressionantemente tranquilo para o E-ELT, que será o maior telescópio do mundo a operar no óptico e infravermelho próximo.Os céus límpidos do Atacama proprocionam ao E-ELT as condições perfeitas para observar o Universo com uma nitidez que superará inclusivamente o Telescópio Espacial Hubble da ...
potw1501-pt-br — Foto da Semana
Asas para a Ciência voa sobre o APEX
5 de Janeiro de 2015: No cimo do planalto do Chajnantor, na região chilena do Atacama, a uma altitude de 5100 metros, o ESO opera o telescópio Atacama Pathfinder Experiment, APEX. O APEX é um percursor do ALMA, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, um novo telescópio revolucionário que o ESO, em conjunto com os seus parceiros internacionais, acaba de construir próximo do APEX, no planalto do Chajnantor. O APEX baseia-se numa antena protótipo de 12 metros construída para o projeto ALMA, e procura muitos dos alvos que o ALMA poderá depois observar com maior detalhe.Esta espectacular vista aérea foi tirada em dezembro de 2012 por Clémentine Bacri e Adrien Normier, os dois membros da equipa da organização sem fins lucrativos ORA Asas para a Ciência, que voa actualmente num avião ultraleve amigo do ambiente, numa viagem de um ano em torno do mundo. Pelo caminho ajudam os cientistas em projetos tão diversos como amostragens de ...
potw1452-pt-br — Foto da Semana
É um pássaro?
29 de Dezembro de 2014: Esta fotografia mostra uma paisagem estelar sobre o Observatório de La Silla do ESO. Combinaram-se várias fotografias individuais de modo a obter-se esta imagem fantástica, que captura o movimento de rotação da Terra, com as estrelas dando origem a estes longos rastros em torno do pólo sul celeste à medida que a Terra gira.A familiar cúpula prateada do telescópio MPG/ESO de 2,2 metros pode ser vista em primeiro plano. Depois temos a cúpula branca do telescópio Schmidt de 1 metro do ESO e, ao fundo, o edifício retangular do New Technology Telescope e as cúpulas duplas do telescópio de 3,6 metros do ESO, com o seu edíficio adjacente mais pequeno, do Telescópio Auxiliar Coudé, que já não se encontra em operação.Mas o que são aqueles traços no céu? Será um pássaro? Será um avião? Sim, efetivamente, é um avião. Se olharmos com atenção podem ser vistos não apenas um mas ...
potw1451-pt-br — Foto da Semana
Boas Festas do Observatório Europeu do Sul!
22 de Dezembro de 2014: O Observatório Europeu do Sul deseja a todos umas Boas Festas e um Próspero Ano Novo! Links: Postal de Natal 2014
potw1450-pt-br — Foto da Semana
Nascer do arco-íris
15 de Dezembro de 2014: Os arco-íris são muito apreciados pela cor que trazem a um dia que, de outro modo, seria escuro e feio, e este arco-íris não é exceção.Este arco-íris raro aparece sobre o Local de Apoio às Operações do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), que se situa a cerca de 2900 metros acima do nível do mar, perto de San Pedro de Atacama. Trata-se do campo base para apoiar o sítio onde operam as antenas ALMA, que fica muito mais acima, a mais de 5000 metros de altitude, no planalto do Chajnantor.O Local de Apoio às Operações não é apenas o local de onde se opera o gigante Observatório ALMA, é também o local onde se montam os novos instrumentos tecnológicos, se integram e se verificam, antes de serem transportados até ao seu destino final no alto do Chajnantor. Este trabalho tem que ser realizado aqui porque o local tem um ar ...
potw1449-pt-br — Foto da Semana
Em cima do topo de uma nuvem
8 de Dezembro de 2014: La Silla é o mais baixo de todos os observatórios do ESO no Chile. A 2400 metros de altitude, encontra-se cerca de 200 metros mais abaixo que o Paranal e está a metade da altitude do ALMA, que fica no topo do Chajnantor a uns 5000 metros acima do nível do mar.Apesar de ser o observatório mais baixo em termos de elevação, os cientistas em La Silla ainda se lembram que estão a uma altitude elevada quando saem dos edifícios e se deparam com um espetáculo como este - nuvens por baixo dos pés!Como La Silla se situa na periferia sul do deserto do Atacama, um dos locais mais secos do planeta, pode surpreender-nos ver formações de nuvens nesta região, mas o clima árido resulta da Corrente Peruana de Humboldt. Esta corrente é causada pelo movimento ascendente de água fria desde as profundezas do Oceano Pacífico, que flui para norte ...
potw1448-pt-br — Foto da Semana
Uma surpresa no interior de uma nuvem
1 de Dezembro de 2014: Esta imagem mostra a região da Via Láctea que se situa na constelação do Escorpião, perto do plano central da Galáxia. Esta região abriga uma densa nuvem de gás e poeira associada com a nuvem molecular  IRAS 16562-3959, nuvem esta visível no centro da imagem como uma mancha laranja entre o rico campo de estrelas.Nuvens como estas são locais de nascimento de novas estrelas. No centro desta nuvem podemos ver, por trás do “véu” de gás e poeira, um objeto brilhante chamado G345.4938+01.4677. Trata-se de uma estrela muito jovem que está a formar-se, à medida que a nuvem colapsa sob a sua própria gravidade.A jovem estrela é muito brilhante e pesada - cerca de 15 vezes mais massiva que o Sol - e foi objeto de um estudo que utilizou o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) e que resultou em algumas descobertas surpreendentes. A equipe de astrônomos descobriu que G345.4938+01.4677 ...
potw1447-pt-br — Foto da Semana
O coração de Mira A e da sua companheira
24 de Novembro de 2014: O estudo de estrelas gigantes vermelhas ajuda os astrônomos a compreender melhor o futuro do nosso Sol - e como é que gerações anteriores de estrelas espalharam pelo Universo os elementos necessários à vida. Uma das gigantes vermelhas mais famosas do céu chama-se Mira A e faz parte do sistema binário Mira, o qual se situa a cerca de 400 anos-luz de distância da Terra. Esta imagem obtida pelo ALMA revela a vida secreta de Mira.Mira A é uma estrela velha, que já começa a lançar para o espaço, para “reciclagem”, os produtos de uma vida inteira de trabalho. A companheira de Mira A, chamada Mira B, orbita-a a uma distância que corresponde a duas vezes a distância entre o Sol e Netuno.Sabe-se que Mira A possui um vento lento que molda delicadamente o material circundante. O ALMA confirmou agora que a companheira de Mira A é uma estrela muito ...
potw1446-pt-br — Foto da Semana
Metal pesado
17 de Novembro de 2014: Você já pensou como seria o interior do Very Large Telescope do ESO? Nesta foto da semana mostramos justamente a estrutura interna de um dos Telescópios Principais do VLT - mais especificamente o telescópio 3, também conhecido por Melipal.A imagem mostra a estrutura principal em aço da montagem óptica do telescópio, iluminada pelo luar. O espelho principal, com 8,2 metros de diâmetro e um peso de mais de 23 toneladas, necessita de uma estrutura robusta que lhe permita girar mantendo uma resolução óptica elevada. Esta estrutura móvel em aço pesa mais de 430 toneladas, mais ou menos o mesmo que um avião Boeing 747 completamente carregado!A estrutura, a parte óptica e a eletrônica encontram-se alojadas num edifício de metal que as protege do ambiente rigoroso do Atacama.Melipal retira o seu nome da um termo mapuche que significa a constelação do Cruzeiro do Sul. Na realidade todos os telescópios principais do ...
potw1445-pt-br — Foto da Semana
Abrindo caminho para a construção da Supernova do ESO
10 de Novembro de 2014: Começou esta semana a remoção dos edifícios temporários na Sede do ESO em Garching, na Alemanha. Podemos vê-los sendo desmontados nesta fotografia, que captura tanto o início como o final de uma época.O pessoal do ESO que tem trabalhado nestes edifícios temporários - visto nesta fotografia aérea tirada no verão deste ano - mudou-se para a nova extensão da Sede no início do ano. A remoção dos containers marca o final deste período de transição.Também marca o início da construção do Planetário e Centro de Visitantes do ESO, o Supernova. Dentro de poucos meses, no local que antes abrigava estes edifícios temporários, dar-se-á início à construção do edifício mais novo do ESO. Prevê-se que o Supernova do ESO abra as portas em meados de 2017, oferecendo aos seus visitantes uma exposição astronômica moderna e interativa e um dos planetários mais avançados do mundo.A remoção dos edifícios temporários foi também capturada ...
potw1444-pt-br — Foto da Semana
Vermelho escarlate e fumaça negra
3 de Novembro de 2014: A silhueta preta esfumaçada visível nesta imagem faz parte de uma nuvem maior mas pouco densa de hidrogênio parcialmente ionizado - uma região H II - conhecida por Gum 15. Em imagens de grande angular esta nebulosa aparece como uma agrupamento violeta avermelhado pontuada de estrelas e cortado por opacas camadas de poeira. Esta imagem foca-se numa destas camadas de poeira, mostrando a região central da nebulosa.Estes pedaços escuros de céu parecem ter poucas estrelas devido às camadas de material empoeirado que obscurecem as regiões brilhantes de gás que se encontram por trás. As estrelas ocasionais que podem ser vistas encontram-se na realidade entre nós e Gum 15, no entanto criam a ilusão de que estamos a espreitar por uma janela para um céu mais distante.Gum 15 é esculpida pelos ventos agressivos que fluem das estrelas que se encontram no seu interior e à sua volta. A nuvem localiza-se perto ...
potw1443-pt-br — Foto da Semana
Uma estrela guia
27 de Outubro de 2014: Um raio laser solitário atravessa a noite, lançado a partir do Telescópio Principal número 4 do Very Large Telescope do ESO, situado no Observatório do Paranal, no Chile. Podemos ver as duas Nuvens de Magalhães à esquerda do raio como manchas tênues e difusas sobre o fundo estrelado. A estrela particularmente brilhante à direita é Canopus, a segunda estrela mais brilhante do céu depois de Sirius.Quando os telescópios observam as estrelas a partir da Terra, a radiação que coletam tem que atravessar camadas de atmosfera. O mesmo vapor de água e turbulência que faz com que as estrelas cintilem no céu, faz também com que as imagens fiquem desfocadas - e é aqui que entra a técnica conhecida por óptica adaptativa.Os sistemas de óptica adaptativa usam sofisticados espelhos deformáveis para contrabalançar os efeitos negativos da nossa atmosfera. O laser ilumina o céu criando uma estrela artificial. Os astrônomos podem assim ...
potw1442-pt-br — Foto da Semana
Dia Aberto 2014
20 de Outubro de 2014: Esta fotografia tirada durante o Dia Aberto 2014 no ESO mostra crianças e adultos a ouvir as aventuras do Pedro Espacial. Esta era uma das dezesseis atividades que esperavam os visitantes quando, a 11 de outubro de 2014, a Sede do ESO em Garching, Alemanha, abriu a suas portas ao público.Em conjunto com outras instituições do campus de Garching, o ESO convidou os seus visitantes a verem e experimentarem por si próprios o trabalho que se faz na organização líder mundial em astronomia terrestre.Mesmo antes da abertura das portas à 11:00, já as pessoas se amontoavam no exterior, ansiosas por ver as novas instalações da Sede e de experimentar todas as atividades preparadas para o dia. Foram um total de 3300 visitantes que aproveitaram a oportunidade de fazer perguntas aos astrônomos; ver experiências ao vivo; juntar-se às visitas guiadas pelos novos edifícios - de escritórios e técnico; ouvir palestras sobre ...
potw1441-pt-br — Foto da Semana
Cromodinâmica galática
13 de Outubro de 2014: Esta fotografia colorida parece uma pintura abstrata ou mesmo um vitral contemporâneo. Na realidade, trata-se de uma vista incomum de uma galáxia obtida com o novo instrumento MUSE, montado no Very Large Telescope do ESO.As cores nas imagens astronômicas estão geralmente relacionadas com a cor real do objeto em questão. No entanto, nesta imagem as cores representam o movimento das estrelas que compõem a galáxia elíptica gigante Messier 87 - uma das galáxias mais brilhantes do Aglomerado da Virgem, que se situa a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância.O vermelho indica que as estrelas nessa região do objeto estão, modo geral, a afastar-se de nós, enquanto o azul significa que as estrelas se aproximam de nós, com o amarelo e o verde no meio.Este novo mapa da Messier 87 obtido pelo MUSE mostra estas tendências mais claramente do que nunca. O mapa revela uma rotação lenta deste objeto ...
potw1440-pt-br — Foto da Semana
Crianças constroem espelho do E-ELT
6 de Outubro de 2014: Esta fotografia aérea mostra um modelo à escala 1:1 do espelho primário do European Extremely Large Telescope, montado junto ao Observatório Astrofísico de Asiago, perto de Asiago, na Itália.O observatório italiano, fundado em 1942, parece diminuto quando comparado com o enorme espelho do E-ELT. De facto, podíamos colocar o edifício inteiro de Asiago dentro do espelho, que ainda sobraria espaço (e bastante!) para dar e vender, como diz o provérbio.Em volta do modelo do espelho estão as crianças que se voluntariaram para participar na tarefa de posicionar os 800 cartões hexagonais de 1,4 metros, usados para formar o espelho fictício de 39 metros do E-ELT.
potw1439-pt-br — Foto da Semana
Um emu no céu por cima do Paranal
29 de Setembro de 2014: No cume do Cerro Paranal, no deserto chileno do Atacama, dois dos Telescópios Principais do Very Large Telescope desfrutam do silêncio das estrelas, observando a Via Láctea que arqueia sobre o Observatório do Paranal do ESO.Podem ser vistos na imagem vários objetos interessantes. Os mais proeminentes são as duas Nuvens de Magalhães - a Pequena e a Grande - que se encontram no meio dos dois telescópios. Em contraste, a Nebulosa do Saco do Carvão pode ser vista como uma mancha escura no meio da Via Láctea, parecendo uma gigantesca impressão digital cósmica por cima do telescópio da esquerda.As Nuvens de Magalhães fazem parte do Grupo Local de galáxias, onde se inclui a nossa própria Galáxia, a Via Láctea. A Grande Nuvem de Magalhães situa-se a 163 000 anos-luz de distância da Via Láctea e a Pequena está a 200 000 anos-luz. A Nebulosa do Saco do Carvão, comparativamente, está ...
potw1438-pt-br — Foto da Semana
Estonteantes rastos de estrelas sobre o SEST
22 de Setembro de 2014: O Telescópio Sueco-ESO Submilimétrico (SEST, Swedish-ESO Submillimetre Telescope) de 15 metros de diâmetro, foi construído em 1987 e esteve em operação no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, até ser desativado em 2003.Na altura da sua construção, o SEST era o único rádio telescópio no hemisfério sul concebido para observar o Universo submilimétrico e abriu caminho para telescópios como o APEX (Atacama Pathfinder Experiment) e o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), ambos situados no Chajnantor.Nesta imagem vemos o céu pejado de rastos de estrelas, resultado de um longo tempo de exposição da máquina fotográfica. A radiação estelar é refletida com ângulos diferentes em direção à máquina fotográfica pela antena parabólica gigante. No fundo da imagem vemos o telescópio de 3,6 metros do ESO na sua cúpula, perscrutando silenciosamente o Universo.Esta fotografia estonteante do telescópio SEST em La Silla foi tirada pelo Embaixador Fotográfico do ESO José Joaquín Pérez. ...
potw1437-pt-br — Foto da Semana
Alvorada em La Silla
15 de Setembro de 2014: A imagem mostra o Observatório de La Silla do ESO com a Via Láctea no fundo. Fundado nos anos 1960, La Silla foi o primeiro observatório do ESO a ser construído no Chile.Visível no centro da imagem encontra-se a forma retangular do New Technology Telescope (NTT) do lado esquerdo e o telescópio de 3,6 metros do ESO à direita. O NTT de 3,58 metros foi inaugurado em 1989 e foi o primeiro telescópio do mundo a poder contar com um espelho principal controlado por computador. O espelho é flexível e a sua forma é ajustada de maneira ativa durante as observações no intuito de preservar uma qualidade de imagem muito boa. Esta tecnologia, conhecida por óptica ativa, é atualmente aplicada a todos os telescópios modernos principais - incluindo  o Very Large Telescope no Cerro Paranal e o futuro European Extremely Large Telescope.La Silla acolhe vários outros telescópios, incluindo o SEST ...
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