Foto da Semana 2013

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potw1352-pt-br — Foto da Semana
Noite luminosa no Paranal
30 de Dezembro de 2013: Quando a noite cai os observatórios do ESO despertam. Astrónomos e técnicos ocupam os seus lugares e os telescópios são apontados ao céu. Esta imagem mostra o céu extremamente límpido sobre o Observatório do Paranal do ESO no deserto chileno do Atacama, situado bem longe das luzes citadinas.O Embaixador Fotográfico do ESO Gabriel Brammer capturou a beleza serena da Via Láctea a partir da plataforma do Very Large Telescope. Os quatro enormes blocos ao fundo da imagem são os quatro Telescópios Principais do VLT, cada um com um espelho muito preciso de 8,2 metros de diâmetro. Espalhados entre estes telescópios encontram-se os Telescópios Auxiliares do VLT, facilmente identificáveis  pelas suas cúpulas brancas redondas. O ponto de luz à esquerda é a Lua, que brilha tão intensamente como se do Sol se tratasse. Podemos ver ainda encostada à direita a sombra do fotógrafo, que nos acena com os braços esticados.Todo o ...
potw1351-pt-br — Foto da Semana
Votos de Boas Festas do Observatório Europeu do Sul
23 de Dezembro de 2013: O Observatório Europeu do Sul deseja a todos umas Boas Festas, com votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo! Links Postal de Natal 2013
potw1350-pt-br — Foto da Semana
Rastros de estrelas sobre o VLT no Paranal
16 de Dezembro de 2013: Esta imagem obtida por Babak A. Tafreshi, um dos Embaixadores Fotográficos do ESO, no Observatório do Paranal do ESO, mostra três dos quatro Telescópios Auxiliares do Interferómetro do Very Large Telescope. No céu por cima deles, as longas tiras de luz são rastros de estrelas, cada uma delas marcando o movimento aparente de uma única estrela no céu noturno, devido à rotação da Terra. Esta técnica faz igualmente sobressair as cores naturais das estrelas, as quais nos informam sobre as suas temperaturas, que vão desde uns 1000 graus Celsius para as mais vermelhas até a algumas dezenas de milhares de graus Celsius para as mais quentes, que vemos a azul. Neste local remoto e alto, o céu é extremamente límpido e não apresenta nenhuma poluição luminosa, oferecendo-nos este magnífico espetáculo de luz.
potw1348-pt-br — Foto da Semana
Luz zodiacal ilumina o céu do Paranal
2 de Dezembro de 2013: Esta impressionante fotografia, tirado no local do Very Large Telescope do ESO (VLT), no Observatório do Paranal, no Chile, mostra a Via Láctea, no centro à esquerda, com nebulosas, estrelas e nuvens de gás, subindo por cima dos Telescópios Principais do VLT.À direita, chamando igualmente a atenção à medida que desenha um arco por cima do horizonte, uma bonita banda de luz difusa, quase triangular, pode ser vista ao longo da eclíptica, que é o caminho aparente que o Sol percorre no céu, quando visto a partir da Terra.Esta luz tem origem na luz solar que é dispersa pela poeira que se encontra entre os planetas, espalhada ao longo do plano do Sistema Solar. Coincide com a zona no céu chamada o Zodíaco, o qual se estende oito graus para cada lado da eclíptica e contém as tradicionais constelações zodiacais.
potw1347-pt-br — Foto da Semana
Constelações antigas sobre o ALMA
25 de Novembro de 2013: Babak Tafreshi, um dos Embaixadores Fotográficos do ESO, capturou as antenas do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) numa imagem que combina a beleza do céu austral com as prodigiosas dimensões do maior projeto astronómico do mundo.Milhares de estrelas podem ser vistas a olho nu nos céus límpidos do planalto do Chajnantor. O ar seco e transparente é uma das razões pelas quais o ALMA foi aqui construído. Surpreendentemente brilhante, no canto esquerdo da fotografia, podemos ver um grupo compacto de estrelas jovens, o enxame das Pleiades, que era já conhecido da maioria das civilizações antigas. A constelação de Orion vê-se claramente por cima da mais próxima das antenas - o cinturão do caçador é formado pelas três estrelas que se encontram mesmo à esquerda da luz vermelha. De acordo com a mitologia clássica, Orion era um caçador que perseguia as Pleiades, as belas filhas de Atlas. Quando vistas através da ...
potw1346-pt-br — Foto da Semana
Nova imagem do cometa ISON
18 de Novembro de 2013: Esta nova imagem do cometa C/2012 S1 (ISON) foi obtida com o telescópio nacional belga TRAPPIST, instalado no Observatório de La Silla do ESO na manhã de sexta-feira, dia 15 de novembro de 2013. O cometa ISON foi inicialmente descoberto no céu em setembro de 2012 e fará a sua maior aproximação ao Sol em finais de novembro de 2013.O telescópio TRAPPIST tem vindo a monitorizar o cometa ISON desde meados de outubro, com o auxílio de filtros de banda larga, usados nesta imagem. Têm também sido utilizados filtros especiais de banda estreita que isolam a emissão de vários gases, permitindo aos astrónomos saber a quantidade de moléculas de cada tipo de gás libertadas pelo cometa.O cometa ISON manteve-se relativamente calmo até 1 de novembro de 2013, altura em que uma primeira libertação de matéria duplicou a quantidade de gás emitida pelo cometa. No dia 13 de novembro, mesmo antes ...
potw1345-pt-br — Foto da Semana
Vista panorâmica do ALMA com a Nebulosa Carina
11 de Novembro de 2013: O Embaixador Fotográfico do ESO, Babak Tafreshi, capturou esta vista panorâmica das antenas do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) sob um céu límpido no planalto do Chajnantor, nos Andes chilenos.A mancha rosada proeminente à esquerda da imagem é a Nebulosa Carina, que se situa na constelação Carina (a Quilha), a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra. Esta nuvem de gás brilhante e poeira é uma das nebulosas mais brilhantes no céu e contém várias das estrelas mais brilhantes e de maior massa conhecidas na Via Láctea, tais como a estrela Eta Carinae. Algumas das imagens da Nebulosa Carina obtidas recentemente com telescópios do ESO, podem ser vistas em eso1208, eso1145 e eso1031.O ALMA, uma infraestrutura astronómica internacional, é uma parceria entre a Europa, a América do Norte e o Leste Asiático, em cooperação com a República do Chile. A construção e operação do ALMA é coordenada pelo ESO, ...
potw1344-pt-br — Foto da Semana
Visitantes equestres
4 de Novembro de 2013: Numa noite escura de setembro no Observatório de La Silla do ESO, depois de uma noite passada no telescópio, o astrónomo Klaas Wiersema estava a voltar para o restaurante. A maior parte do trabalho num observatório acontece durante a noite, por isso não é invulgar ver cientistas e técnicos a passar no meio da escuridão.Desta vez, no entanto, algo imprevisto aconteceu. De repente, Klaas ouviu um resfolegar ruidoso por trás de si e o som de enormes patas a persegui-lo. Convencido de que algum tipo de animal furioso tinha saído da sua toca e estava a caçá-lo, Klaas desatou a correr. Não fazia ideia que animal o poderia estar a perseguir nas encostas desoladas do deserto do Atacama, 2400 metros acima do nível do mar, por isso passou o resto da noite a tentar desvendar o mistério.Quando o dia nasceu Klaas saiu para explorar, descobrindo que  tinha afinal passado muito ...
potw1343-pt-br — Foto da Semana
Céu flamejante por cima do Paranal
28 de Outubro de 2013: Nesta fotografia nocturna fantasmagórica, tirada no Observatório do Paranal, podemos ver três dos quatro Telescópios Auxiliares do VLT. Cada telescópio, com 1,8 metros, foi concebido para trabalhar em uníssono com os outros três, como se de um único telescópio se tratassem, graças ao interferómetro do VLT.No fundo da imagem, na beleza calma do céu do Atacama, destaca-se uma espécie de aurora vermelha, a chamada luminescência  terrestre. Trata-se de um fenómeno causado por reacções químicas na atmosfera, que emitem radiação. Normalmente, estas emissões não são muito fortes mas, na noite em que esta fotografia foi tirada, o efeito estava particularmente brilhante, dando origem a esta invulgar imagem.
potw1342-pt-br — Foto da Semana
Duas galáxias observadas a olho nu por cima do VLT
21 de Outubro de 2013: Esta imagem extraordinária do céu límpido do Chile, mostra miríades de estrelas brilhantes e galáxias distantes, todas suspensas por cima de um dos quatro Telescópios Principais do Very Large Telescope (VLT), o telescópio número 4 conhecido por Yepun (Vénus).Dois dos objetos que aparecem a imagem, são mais famosos do que os seus vizinhos. Na parte esquerda da fotografia encontra-se uma galáxia proeminente que forma um traço ao longo do céu - trata-se da Messier 31 ou galáxia de Andrómeda. Mais para cima e à direita  desta mancha, vemos uma estrela brilhante, que por sua vez aponta na direção de uma galáxia que se situa mais ou menos na mesma linha. Esta estrela é a Beta Andromedae - também conhecida por Mirach - e a segunda galáxia é a Messier 33 (mesmo no cimo da imagem). Pensa-se que estas duas galáxias interagiram entre si no passado, formando uma ponte de hidrogénio ...
potw1341-pt-br — Foto da Semana
Nuvem inesperada em torno de estrela enorme
14 de Outubro de 2013: Esta nova imagem do Telescópio de Rastreio do VLT (VST), instalado no Observatório do Paranal do ESO, mostra o super enxame estelar Westerlund 1 (eso1034). Este enxame excepcionalmente brilhante situa-se a cerca de 16 000 anos-luz de distância da Terra na constelação austral do Altar. O enxame contém centenas de estrelas muito brilhantes de elevada massa, todas com uma idade de apenas alguns milhões de anos - bebés pelos padrões estelares. No entanto, torna-se difícil observar este enxame devido ao gás e poeira que impedem que a maior parte da radiação visível emitida pelas estrelas chegue até à Terra.  Agora, ao estudarem imagens do Westerlund 1 com o auxílio de um novo rastreio do céu austral [1], os astrónomos descobriram algo inesperado neste enxame. Em torno de uma das estrelas - uma supergigante vermelha chamada W26 e possivelmente a maior estrela que se conhece - descobriram nuvens de hidrogénio brilhante, ...
potw1340-pt-br — Foto da Semana
Oásis ou covil secreto?
7 de Outubro de 2013: Esta imagem mostra um céu escuro no Chile repleto de rastros de estrelas - causados pela rotação da Terra durante uma exposição longa da máquina fotográfica. Sob estes traços dramáticos situa-se a Residencia do Paranal, um oásis para o pessoal e visitantes do Very Large Telescope do ESO, situado a elevada altitude no Cerro Paranal, no deserto chileno.A construção da Residencia começou em 1998 e ficou concluída em 2002. Desde essa altura que este local oferece uma pausa bem merecida, das condições inóspitas e secas do deserto, aos cientistas e engenheiros que trabalham no Observatório do Paranal.O edifício de quatro andares tem a maior parte da sua estrutura enterrada no solo. A infraestrutura foi desenhada pelos arquitetos alemães Auer+Weber para complementar o ambiente circundante. Vista de certos ângulos, a combinação da arquitetura utilitária hi-tec e  do design discreto, quase tipo camuflagem, lembra o covil secreto do vilão. Talvez não seja ...
potw1339-pt-br — Foto da Semana
Revelando estrelas e galáxias distantes
30 de Setembro de 2013: Esta imagem, salpicada de estrelas e galáxias distantes, é uma imagem de campo profundo obtida com o Wide Field Imager (WFI), uma câmara montada no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla, Chile.Foi obtida no âmbito do rastreio COMBO-17 (sigla do inglês para Classifying Objects by Medium-Band Observations in 17 filters), um projeto que está a mapear cinco pequenas zonas no céu em 17 filtros ópticos diferentes. A área total do céu explorado em cada um dos campos do COMBO-17 equivale a aproximadamente o tamanho da Lua Cheia, e cada campo tem revelado um enorme número de objetos distantes - demonstrando assim o quanto ainda há por descobrir no céu.A imagem mostra uma região que foi igualmente estudado no âmbito do campo profundo do FORS (FDF, sigla do inglês para FORS Deep Field), um projeto que examinou várias áreas no céu com grande detalhe e profundidade, ...
potw1338-pt-br — Foto da Semana
Uma nova “estrelinha” fria no nosso quintal
23 de Setembro de 2013: Esta nova imagem, obtida pelo telescópio VISTA do ESO, mostra uma anã castanha recém descoberta chamada VVV BD001, localizada no centro exato desta imagem, à qual pode ser feito zoom. Esta é a primeira anã castanha nova encontrada na nossa vizinhança cósmica, no âmbito do rastreio VVV. A VVV BD001 situa-se a cerca de 55 anos-luz de distância da Terra, na direção do centro muito populado da nossa Galáxia.As anãs castanhas são estrelas que nunca conseguiram crescer e transformar-se em estrelas como o Sol. São muitas vezes referidas como “estrelas falhadas”; têm um tamanho maior que os planetas do tipo de Júpiter mas são mais pequenas que estrelas.Esta anã castanha é peculiar por duas razões: primeiro foi encontrada na direção do centro da Via Láctea, uma das regiões mais populadas do céu e segundo, pertence a uma classe invulgar de objetos conhecidos como “anãs castanhas invulgarmente azuis”  - não sendo ...
potw1337-pt-br — Foto da Semana
Toconao visto de cima
16 de Setembro de 2013: A pequena aldeia de Toconao é a povoação mais próxima do maior projeto astronómico que existe, o ALMA [1], o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array. Toconao tem menos de 800 habitantes e situa-se a 2475 metros acima do nível do mar num oásis natural alimentado por um pequeno rio da montanha, na periferia do deserto mais seco do mundo, o Atacama. O rio não corre o ano todo, mas os agricultores locais construíram sabiamente uma rede de diques e canais que lhes permite regular o fluxo de água e assim ter colheitas o ano inteiro.Uma inspeção cuidada à fotografia revela-nos alguns edifícios construídos com materiais tradicionais, tais como rocha vulcânica e tijolo cru, como por exemplo a Igreja San Lucas e a Torre do Sino, em baixo e à esquerda, na imagem.  Paralelamente ao seu trabalho científico, o pessoal do ALMA tem trabalhado com os anciãos do Atacama em Toconao e ...
potw1336-pt-br — Foto da Semana
Olhos de águia sobre o Armazones
9 de Setembro de 2013: Esta bela fotografia aérea do Cerro Armazones, obtida pelo Embaixador Fotográfico do ESO Gerhard Hüdepohl, representa o momento ideal para o fotógrafo: quando tudo se posiciona para a fotografia perfeita.Hüdepohl é também engenheiro electrónico no Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul, no Cerro Paranal, o observatório astronómico a trabalhar no visível mais avançado do mundo e a infraestrutura emblemática do ESO. Hüdepohl capturou esta imagem quando ia num voo de Antofagasta para Santiago. Pouco depois da descolagem, o avião tomou o percurso ideal para uma fotografia aérea do Cerro Armazones - e Hüdepohl não podia ter pedido melhores condições. Aproveitando o momento, conseguiu capturar esta perspectiva invulgar do terreno visto de cima.A imagem mostra o deserto do Atacama extremamente nítido, com o estreito caminho serpenteante bem destacado no meio do terreno poeirento. A estrada de terra batida sobe até ao cimo do Cerro Armazones, que se encontra neste ...
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PESSTO fotografa supernova na Messier 74
2 de Setembro de 2013: O rastreio PESSTO do ESO capturou esta imagem da Messier 74, uma magnífica galáxia em espiral com braços bem definidos. No entanto, o verdadeiro interesse da imagem situa-se numa nova e brilhante adição à galáxia, que apareceu no final de julho de 2013: uma supernova do Tipo II chamada SN2013ej, que podemos ver como a estrela mais brilhante no canto inferior esquerdo.Este tipo de supernovas ocorre quando o núcleo de uma estrela de grande massa colapsa devido à sua própria gravidade, no final da sua vida. Este colapso resulta numa explosão enorme que ejecta matéria para o espaço. A detonação resultante pode ser mais brilhante que toda a galáxia que a alberga, estando visível durante semanas ou até meses.O rastreio PESSTO (sigla do inglês de Public ESO Spectroscopic Survey for Transient Objects) foi concebido para estudar objetos que aparecem brevemente no céu nocturno, tais como supernovas. O rastreio é levado ...
potw1334-pt-br — Foto da Semana
Esculpida por estrelas de elevada massa
26 de Agosto de 2013: Esta imagem obtida pelo Very Large Telescope do ESO mostra uma pequena parte da bem conhecida nebulosa de emissão, NGC6357, situada a cerca de 8000 anos-luz de distância, na cauda da constelação austral do Escorpião. A imagem brilha com o característico tom vermelho de uma região H II, e contém uma enorme quantidade de hidrogénio gasoso excitado e ionizado.As nuvens estão banhadas em intensa radiação ultravioleta, emitida principalmente pelo enxame estelar aberto Pismis 24, onde se encontram algumas estrelas azuis jovens de grande massa, que é re-emitida como radiação visível, com um distinto tom avermelhado.O enxame propriamente dito está fora do campo de visão da imagem, a luz difusa está a iluminar a nuvem na parte central direita da imagem. A imagem mostra um detalhe da nebulosa circundante, com uma mistura de gás, poeira escura e estrelas recém nascidas ou ainda a formarem-se.
potw1333-pt-br — Foto da Semana
Céu estrelado em La Silla
19 de Agosto de 2013: Uma brilhante cortina de estrelas é o pano de fundo desta bela imagem obtida pelo astrónomo Håkon Dahle. A silhueta em primeiro plano é o próprio Håkon, rodeado por algumas das grandes cúpulas escuras que enchem a paisagem no Observatório de La Silla do ESO.Muitos astrónomos profissionais são também fotógrafos entusiasmados - e quem os pode culpar? Os locais do ESO no deserto do Atacama estão entre os melhores do mundo para observar as estrelas e são, pela mesma razão, lugares fantásticos para fotografar o céu nocturno.Håkon tirou esta fotografia durante uma semana de observação no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros. Durante esse tempo, o telescópio era ocasionalmente entregue a outra equipa de observação, dando a Håkon  a oportunidade de admirar o céu estrelado - assim como fotografá-lo para que todos nós o pudéssemos também admirar.A Via Láctea é mais brilhante no hemisfério sul do que no norte, por causa ...
potw1332-pt-br — Foto da Semana
Calmaria antes da tempestade
12 de Agosto de 2013: Esta bela imagem mostra as galáxias NGC 799 (em baixo) e a NGC 800 (em cima) situadas na constelação da Baleia. Este par de galáxias foi observado pela primeira vez em 1885 pelo astrônomo americano Lewis Swift.Situadas a cerca de 300 milhões de anos-luz de distância, e estando voltadas de face para nós, podemos apreciar as suas formas de maneira clara. Tal como a Via Láctea - a nossa Galáxia - estes objetos são ambos galáxias espirais, com os característicos braços compridos que se enrolam em direção ao brilhante bojo central. Nos braços espirais bastante proeminentes podemos observar um grande número de estrelas azuis, jovens e quentes que se formam em grupos (os pequeníssimos pontos azuis que se vêem na imagem), enquanto que no bojo central um enorme grupo de estrelas velhas, vermelhas e mais frias se amontoam numa região compacta quase esférica.À primeira vista, estas galáxias parecem-se uma com ...
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